O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro indeferiu a candidatura do ex-deputado Marcos Müller (Avante) com base em uma acusação de “rachadinha”. A investigação que levou à denúncia teve como origem o mesmo relatório do Coaf que citava o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. A decisão foi divulgada em 16 de setembro de 2026.
Segundo a notícia original, o TRE fluminense utilizou a acusação de rachadinha para vetar o registro do ex-deputado. O relatório do Coaf, que embasou a investigação, é o mesmo que mencionava o senador Flávio Bolsonaro, então candidato à Presidência. O caso de Marcos Müller tramitou na Justiça Eleitoral e resultou no indeferimento de sua candidatura.
A rachadinha é uma prática ilegal em que parte do salário de servidores é devolvida ao parlamentar que os nomeou. O relatório do Coaf, órgão de inteligência financeira, apontou movimentações atípicas que serviram de base para a investigação. O mesmo documento citava o senador Flávio Bolsonaro, que à época era candidato à Presidência.
O caso de Marcos Müller é mais um desdobramento das investigações sobre rachadinha que atingem diferentes agentes políticos no Rio de Janeiro. A decisão do TRE-RJ reforça o rigor da Justiça Eleitoral em casos de improbidade e uso indevido de recursos públicos.
Procurada, a defesa de Marcos Müller não se manifestou até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para esclarecimentos.
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