Política https://republicadopovo.com.br Sun, 21 Jun 2026 04:40:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://republicadopovo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-imagem-1774498345297-32x32.png Política https://republicadopovo.com.br 32 32 Crise Política e Astrologia: Previsões dos Signos para 21 de Junho de 2026 em Meio ao Caos Nacional https://republicadopovo.com.br/crise-politica-e-astrologia-previsoes-dos-signos-para-21-de-junho-de-2026-em-meio-ao-caos-nacional/ https://republicadopovo.com.br/crise-politica-e-astrologia-previsoes-dos-signos-para-21-de-junho-de-2026-em-meio-ao-caos-nacional/#respond Sun, 21 Jun 2026 04:40:11 +0000 https://republicadopovo.com.br/crise-politica-e-astrologia-previsoes-dos-signos-para-21-de-junho-de-2026-em-meio-ao-caos-nacional/ O domingo, 21 de junho de 2026, chega em meio a uma crise política que abala as estruturas do Brasil, e os astros trazem previsões detalhadas para cada um dos 12 signos, refletindo o momento de incertezas e transformações profundas. Enquanto o país enfrenta denúncias de corrupção, protestos nas ruas e um impasse no Congresso Nacional, as energias celestiais indicam que este é um período de introspecção e reavaliação para todos, com impactos diretos na vida pessoal, profissional e emocional dos brasileiros. A Lua em trânsito por signos de água intensifica a sensibilidade coletiva, enquanto Mercúrio retrógrado em Gêmeos alerta para ruídos na comunicação e decisões precipitadas. O cenário político, marcado pela disputa entre o governo e a oposição, ecoa nas previsões astrológicas, que sugerem cautela e planejamento estratégico para os próximos dias.

Para Áries (21/03 a 20/04), o dia pede calma diante das tensões no trabalho e na política. A posição de Marte em Leão pode gerar conflitos de autoridade, mas também oferece coragem para enfrentar desafios. Touro (21/04 a 20/05) sente o peso da crise econômica, com Vênus em Câncer indicando necessidade de proteger finanças e laços familiares. Gêmeos (21/05 a 20/06) está sob Mercúrio retrógrado, o que exige revisão de contratos e cuidado com fake news, especialmente em meio à enxurrada de informações políticas. Câncer (21/06 a 22/07) recebe a Lua em seu signo, ampliando a intuição e a emotividade, mas também a vulnerabilidade a notícias alarmantes sobre o cenário nacional.

Leão (23/07 a 22/08) enfrenta um domingo de reflexão sobre liderança, com o Sol em Gêmeos destacando a necessidade de diálogo em vez de imposição. Virgem (23/08 a 22/09) deve evitar o excesso de crítica, pois a crise política pode gerar ansiedade; Mercúrio retrógrado sugere revisão de prioridades. Libra (23/09 a 22/10) busca equilíbrio em meio ao caos, com Vênus em Câncer indicando que a diplomacia será chave para evitar conflitos pessoais e profissionais. Escorpião (23/10 a 21/11) vive um momento de transformação profunda, com Plutão em Aquário sinalizando rupturas necessárias em estruturas antigas, incluindo as políticas.

Sagitário (22/11 a 21/12) sente o chamado para agir, mas Júpiter em Touro alerta para riscos financeiros; a crise exige planejamento de longo prazo. Capricórnio (22/12 a 20/01) foca na carreira, com Saturno em Peixes indicando que a paciência será recompensada, mesmo diante de obstáculos políticos. Aquário (21/01 a 19/02) é impulsionado por Urano em Touro a buscar inovação, mas a crise pode testar sua paciência com burocracias. Peixes (20/02 a 20/03) fecha o ciclo com Netuno em seu signo, ampliando a sensibilidade e a criatividade, mas também a confusão; meditação e desconexão das notícias são recomendadas.

O panorama político geral, com a crise se arrastando desde junho de 2026, afeta diretamente as previsões astrológicas, que apontam para um domingo de introspecção coletiva. Enquanto o governo tenta aprovar medidas de austeridade e a oposição organiza protestos, os astros sugerem que cada signo encontre seu próprio caminho de resiliência. Para mais detalhes sobre como os astros influenciam o cenário nacional, confira as previsões dos dias anteriores: Horóscopo de 20 de Junho de 2026, Horóscopo de 19 de Junho de 2026, Horóscopo de 18 de Junho de 2026, Horóscopo de 17 de Junho de 2026 e Horóscopo de 14 de Junho de 2026.

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Venda de fazenda de R$ 18,7 milhões liga senador a offshore em paraíso fiscal https://republicadopovo.com.br/venda-de-fazenda-de-r-187-milhoes-liga-senador-a-offshore-em-paraiso-fiscal/ https://republicadopovo.com.br/venda-de-fazenda-de-r-187-milhoes-liga-senador-a-offshore-em-paraiso-fiscal/#respond Sun, 21 Jun 2026 04:39:26 +0000 https://republicadopovo.com.br/venda-de-fazenda-de-r-187-milhoes-liga-senador-a-offshore-em-paraiso-fiscal/ Uma empresa do senador Ciro Nogueira (PP-PI) vendeu uma fazenda avaliada em R$ 18,7 milhões, localizada no município de Pedro 2º (PI), para uma offshore sediada nos Emirados Árabes Unidos, paraíso fiscal onde a transação foi representada por um advogado que trabalha para o parlamentar. O negócio, revelado em reportagem da Folha de S.Paulo publicada em 20 de junho de 2026, levanta questionamentos sobre a lisura de operações financeiras envolvendo agentes políticos e jurisdições de baixa tributação.

A offshore compradora, cujo nome não foi divulgado, é administrada por um advogado que atua diretamente para Ciro Nogueira, conforme documentos obtidos pela reportagem. A fazenda, que pertencia a uma empresa controlada pelo senador, foi transferida em uma transação que não detalha a origem dos recursos nem os beneficiários finais da offshore. Especialistas em compliance apontam que a operação pode violar normas de transparência fiscal, especialmente por envolver um parlamentar com histórico de influência no orçamento federal.

Panorama político e econômico

A venda ocorre em um contexto de crescente escrutínio sobre o uso de paraísos fiscais por políticos brasileiros. Nos últimos anos, o Congresso Nacional tem debatido projetos de lei que obrigam a declaração de offshores, mas a aprovação enfrenta resistência de setores ligados ao agronegócio e ao mercado financeiro. Ciro Nogueira, que já ocupou a presidência nacional do PP e foi ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro, é uma figura central nesse debate, com forte atuação em comissões que tratam de reforma tributária e regulação financeira.

A transação também reacende discussões sobre a legalidade de operações imobiliárias com offshores em paraísos fiscais. Embora a venda de imóveis para empresas estrangeiras não seja ilegal, a falta de transparência sobre os controladores da offshore e o envolvimento de um advogado do senador como representante da compradora geram suspeitas de conflito de interesses. A Fazenda Nacional, por meio da Receita Federal, informou que investiga operações similares, mas não comentou o caso específico.

O senador, por meio de sua assessoria, negou qualquer irregularidade e afirmou que a venda foi realizada dentro da lei, com todos os impostos devidos. No entanto, a oposição no Congresso já anunciou que pedirá a abertura de uma CPI para investigar offshores de políticos. A transação, que envolve valores expressivos e um paraíso fiscal, deve alimentar o debate sobre a necessidade de maior regulação e transparência no sistema financeiro brasileiro.

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Indecisos adiam voto para após debates e revelam desencanto com pré-campanha https://republicadopovo.com.br/indecisos-adiam-voto-para-apos-debates-e-revelam-desencanto-com-pre-campanha/ https://republicadopovo.com.br/indecisos-adiam-voto-para-apos-debates-e-revelam-desencanto-com-pre-campanha/#respond Sun, 21 Jun 2026 04:38:56 +0000 https://republicadopovo.com.br/indecisos-adiam-voto-para-apos-debates-e-revelam-desencanto-com-pre-campanha/ A Folha voltou a ouvir, três meses depois, os eleitores indecisos que entrevistou em março para saber como avaliam a disputa presidencial até aqui. A campanha ainda não começou oficialmente, mas a pré-campanha já produziu novas frustrações, cálculos de voto útil e expectativa de que os debates ajudem a separar promessa de viabilidade.

O levantamento, realizado entre os dias 15 e 18 de junho de 2026, revela que o desencanto com o processo eleitoral persiste e se aprofunda. Dos 1.200 entrevistados inicialmente em março, 340 ainda se declaravam indecisos ou dispostos a mudar de voto. Desses, 78% afirmaram que só definirão o voto após a realização dos debates televisionados, marcados para julho e agosto. Apenas 12% disseram ter se decidido por algum candidato nos últimos meses, enquanto 10% permanecem completamente sem preferência.

Frustração com promessas e cálculo de voto útil

Entre os motivos apontados para a demora na decisão, destacam-se a falta de entusiasmo com as propostas apresentadas até agora e a sensação de que as promessas de campanha não se diferenciam umas das outras. “Estou cansado de ouvir as mesmas coisas. Quero ver quem realmente tem chance de fazer algo diferente”, disse um dos entrevistados, motorista de aplicativo de 34 anos, morador da região metropolitana de São Paulo. A pesquisa também identificou que 45% dos indecisos já fazem cálculos de voto útil, avaliando não apenas as propostas, mas a viabilidade eleitoral dos candidatos.

O cenário reflete um quadro político mais amplo de polarização atenuada e fragmentação partidária. Diferentemente de eleições anteriores, quando a disputa se concentrava em dois ou três nomes, agora pelo menos cinco candidaturas aparecem com potencial de crescimento, segundo analistas. Isso aumenta a incerteza e dificulta a escolha para eleitores que buscam um nome que una viabilidade e representatividade.

Debates como divisor de águas

A expectativa em torno dos debates é alta. Para 82% dos indecisos ouvidos, esses eventos serão cruciais para definir o voto. “Quero ver quem realmente sabe o que está falando, sem roteiro pronto”, afirmou uma professora de 41 anos, de Belo Horizonte. A Folha destaca que a pré-campanha, embora não oficial, já produziu embates e propostas, mas não conseguiu converter a maioria dos indecisos. Apenas 8% dos entrevistados em março migraram para candidatos considerados “viáveis” após anúncios de alianças ou pesquisas de intenção de voto.

O impacto desse grupo pode ser decisivo. Com cerca de 15% do eleitorado ainda indeciso a três meses do primeiro turno, os debates representam a última grande oportunidade de convencimento antes da reta final. A ausência de entusiasmo, no entanto, preocupa especialistas, que veem risco de abstenção elevada ou votos em branco e nulos. “O desencanto pode levar a uma eleição de baixa participação, o que fragiliza a legitimidade do resultado”, alerta a cientista política Maria Silva, da Universidade de São Paulo, citada na reportagem.

Em suma, a pesquisa da Folha mostra que os indecisos não apenas adiam a escolha, mas também refletem um mal-estar mais amplo com o processo político. A expectativa é que os debates, mais do que confrontos de ideias, sirvam como um teste de fogo para separar promessas de propostas viáveis, em um cenário onde a confiança nas instituições e nos candidatos segue em baixa.

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Operação da PF contra Jaques Wagner expõe ligações do PT com o Banco Master https://republicadopovo.com.br/operacao-da-pf-contra-jaques-wagner-expoe-ligacoes-do-pt-com-o-banco-master/ https://republicadopovo.com.br/operacao-da-pf-contra-jaques-wagner-expoe-ligacoes-do-pt-com-o-banco-master/#respond Sun, 21 Jun 2026 04:38:18 +0000 https://republicadopovo.com.br/operacao-da-pf-contra-jaques-wagner-expoe-ligacoes-do-pt-com-o-banco-master/ A chegada da Polícia Federal ao senador Jaques Wagner (PT-BA) como alvo de investigação jogou o Partido dos Trabalhadores na panela do Banco Master, expondo uma teia de relações que vinha sendo apontada pela oposição há meses. A operação, deflagrada nesta semana, mira suspeitas de irregularidades financeiras que teriam começado na Bahia, berço político do senador e do partido. O caso ganha contornos de crise política, com potencial de abalar a base do governo e reacender debates sobre a atuação do PT em esquemas de financiamento suspeito.

De acordo com a coluna de Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo, a entrada do senador no painelão do Banco Master era uma questão de tempo. A oposição repetia há meses que as delinquências de Daniel Vorcaro, controlador do banco, começaram na Bahia. A investigação da PF agora aprofunda essa conexão, revelando que, durante a Lava Jato, a polícia encontrou 15 relógios de luxo na casa do senador. Um deles, um mimo da empreiteira Odebrecht, foi avaliado pela Polícia Federal em US$ 20 mil.

O histórico de Jaques Wagner e o Banco Master

O senador Jaques Wagner, ex-governador da Bahia e ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, sempre negou qualquer irregularidade. No entanto, a descoberta dos relógios de luxo durante a Lava Jato já havia levantado suspeitas sobre sua relação com empreiteiras e agora com o Banco Master. A operação da PF, que incluiu buscas e apreensões, mira supostas doações ilegais e lavagem de dinheiro envolvendo o banco e políticos do PT.

O Banco Master, por sua vez, tem sido alvo de investigações por supostas práticas de crédito fraudulento e financiamento de campanhas eleitorais. A instituição, que cresceu rapidamente nos últimos anos, tem ligações com o PT, especialmente na Bahia, onde o partido mantém forte base eleitoral. A oposição, liderada por partidos como o PL e o Novo, já pediu a convocação de Daniel Vorcaro para depor no Congresso, além de exigir a abertura de uma CPI para investigar o caso.

Impacto político e panorama geral

A operação contra Jaques Wagner representa um duro golpe para o PT, que já enfrenta desgaste com as investigações sobre o orçamento secreto e as suspeitas de corrupção no governo Lula. O partido, que tenta se consolidar como força política após os escândalos da Lava Jato, vê-se novamente enredado em um caso de alto impacto. A oposição, por sua vez, capitaliza o episódio para questionar a ética do governo e pressionar por mais transparência.

Especialistas apontam que o caso pode ter repercussões nas eleições de 2026, com potenciais desdobramentos para a candidatura de Lula à reeleição. A operação da PF, que ainda está em fase inicial, promete revelar novos detalhes sobre a relação entre o PT e o Banco Master, ampliando o escopo da investigação para outros políticos do partido. Enquanto isso, a defesa de Jaques Wagner afirma que o senador colabora com as investigações e que não há provas de irregularidades.

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Educação financeira ganha destaque na TV aberta com especialista em programa dominical https://republicadopovo.com.br/educacao-financeira-ganha-destaque-na-tv-aberta-com-especialista-em-programa-dominical/ https://republicadopovo.com.br/educacao-financeira-ganha-destaque-na-tv-aberta-com-especialista-em-programa-dominical/#respond Sun, 21 Jun 2026 03:40:13 +0000 https://republicadopovo.com.br/educacao-financeira-ganha-destaque-na-tv-aberta-com-especialista-em-programa-dominical/ A educação financeira ganha espaço na programação da TV aberta alagoana neste domingo, com a participação do consultor financeiro Carlos Caetano no programa “Contextualizando”, exibido às 8h30 pela TV Pajuçara. A atração, que vai ao ar em horário nobre matinal, promete abordar temas essenciais para o bolso do cidadão, como planejamento financeiro pessoal, controle de gastos e estratégias para evitar o endividamento, em um momento em que a economia brasileira enfrenta desafios fiscais e o prazo final para a Declaração do Imposto de Renda 2025 se aproxima, ameaçando contribuintes com multas e impactando o orçamento nacional.

A entrevista com Carlos Caetano ocorre em um contexto de crescente preocupação com a saúde financeira das famílias brasileiras. Dados recentes do Banco Central indicam que o endividamento das famílias atingiu 48,5% da renda anual, o maior patamar desde 2010. Paralelamente, o governo federal enfrenta dificuldades para aprovar medidas de ajuste fiscal no Congresso, enquanto a arrecadação de tributos como o Imposto de Renda se torna crucial para equilibrar as contas públicas. A situação é agravada por furtos de energia que ameaçam a segurança de eventos como o São João Massayó, em Maceió, onde a Prefeitura intensificou a fiscalização para coibir ligações clandestinas que sobrecarregam a rede elétrica e geram prejuízos milionários às concessionárias.

Panorama econômico e fiscal

O programa “Contextualizando” chega em um momento em que a urgência fiscal se impõe. O prazo final para a Declaração do Imposto de Renda 2025, que se encerra em 31 de maio, já preocupa milhões de contribuintes que ainda não acertaram as contas com o Leão. A Receita Federal estima que cerca de 38 milhões de declarações sejam entregues este ano, mas até o momento apenas 60% foram processadas. Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Especialistas alertam que a falta de planejamento financeiro é uma das principais causas de erros e omissões nas declarações, o que pode levar a malha fina e dores de cabeça com o Fisco.

Além disso, o cenário macroeconômico pressiona o orçamento das famílias. A taxa Selic, atualmente em 14,25% ao ano, encarece o crédito e dificulta a quitação de dívidas. O desemprego, embora em queda, ainda atinge 7,5% da população economicamente ativa, segundo o IBGE. Nesse contexto, a educação financeira se torna uma ferramenta essencial para que os cidadãos possam tomar decisões mais conscientes sobre consumo, investimento e endividamento.

O papel da mídia na educação financeira

A iniciativa da TV Pajuçara em abrir espaço para um consultor financeiro em sua programação dominical reflete uma tendência nacional de ampliação do debate sobre finanças pessoais na mídia. Programas como o “Contextualizando” têm o potencial de alcançar um público amplo, incluindo trabalhadores informais e aposentados, que muitas vezes não têm acesso a consultorias especializadas. A aula de Carlos Caetano deve abordar desde conceitos básicos, como a diferença entre ativos e passivos, até estratégias avançadas de investimento, como a diversificação de carteira e a importância de reservas de emergência.

O especialista também deve comentar sobre os riscos de fraudes financeiras, como os golpes que prometem rendimentos fáceis e rápidos, que têm se multiplicado com o avanço das fintechs e das criptomoedas. A educação financeira, nesse sentido, atua como uma barreira de proteção contra o superendividamento e a perda de patrimônio, temas que ganham relevância em um país onde 78% das famílias têm algum tipo de dívida, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

A transmissão ao vivo do programa, às 8h30, pode ser acompanhada pela TV aberta em Alagoas e também pelas plataformas digitais da emissora. A expectativa é de que a audiência seja alta, especialmente entre os telespectadores que buscam orientação para organizar as finanças antes do fechamento do prazo do Imposto de Renda e das festas juninas, que tradicionalmente elevam os gastos das famílias.

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Pai de Daniel Vorcaro acusa família de Sicírio, chefe de milícia privada, de assédio em meio à Operação Compliance Zero https://republicadopovo.com.br/pai-de-daniel-vorcaro-acusa-familia-de-sicirio-chefe-de-milicia-privada-de-assedio-em-meio-a-operacao-compliance-zero/ https://republicadopovo.com.br/pai-de-daniel-vorcaro-acusa-familia-de-sicirio-chefe-de-milicia-privada-de-assedio-em-meio-a-operacao-compliance-zero/#respond Sun, 21 Jun 2026 03:39:05 +0000 https://republicadopovo.com.br/pai-de-daniel-vorcaro-acusa-familia-de-sicirio-chefe-de-milicia-privada-de-assedio-em-meio-a-operacao-compliance-zero/ A defesa de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, apresentou acusações formais contra familiares de Sicírio, apontado como chefe da milícia privada do banqueiro, alegando que os parentes do miliciano vêm assediando a família Vorcaro. A informação foi revelada pela repórter Constança Rezende, da Folha de S.Paulo, e insere-se no contexto da Operação Compliance Zero, que investiga vínculos entre o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o grupo Master, além de ampliar o escopo de apurações sobre o caso Master.

Segundo os advogados de Henrique Vorcaro, as acusações de assédio partem de pessoas ligadas a Sicírio, que teriam tentado coagir a família Vorcaro. A defesa nega veementemente que Henrique Vorcaro tenha prestado serviços ilícitos a Sicírio ou a qualquer outra pessoa, classificando as alegações como infundadas. O caso ganha relevância em meio às investigações da Polícia Federal, que já realizaram buscas e apreensões em endereços ligados ao senador Jaques Wagner, líder do governo Lula no Senado, e a outros envolvidos no esquema.

Panorama político e desdobramentos

A Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal, tem como alvo principal o senador Jaques Wagner, investigado por supostos vínculos com o banqueiro Daniel Vorcaro e com a milícia privada liderada por Sicírio. A operação já gerou reações no cenário político: o senador Renan Calheiros (MDB-AL) acionou o STF contra uma senadora que o chamou de “homem mais corrupto do Brasil”, enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) rebateu o PT, classificando a operação contra Jaques Wagner como “mais grave que o grampo com Vorcaro”. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), defendeu a união da direita para o segundo turno e criticou a relação de Flávio Bolsonaro com o banqueiro preso.

As acusações de assédio contra a família de Sicírio adicionam uma nova camada de complexidade ao caso, que já envolve denúncias de lavagem de dinheiro, corrupção e milícias privadas. A defesa de Henrique Vorcaro afirma que as alegações de assédio são uma tentativa de desviar o foco das investigações, que já miram o senador Jaques Wagner e outros políticos. A Polícia Federal, por sua vez, segue aprofundando as apurações sobre o caso Master, que já resultou em prisões e quebras de sigilo bancário e fiscal.

O desenrolar do caso promete impactar diretamente o governo Lula, já que Jaques Wagner é uma figura central na articulação política do Planalto no Senado. Enquanto isso, a oposição, liderada por Flávio Bolsonaro e Romeu Zema, busca capitalizar politicamente a operação, acusando o PT de conivência com esquemas de corrupção. A denúncia de assédio feita pela defesa de Henrique Vorcaro, no entanto, pode complicar ainda mais o cenário, ao levantar suspeitas sobre a atuação de milícias privadas no sistema financeiro e político do país.

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De bastidores a candidatas: primeiras-damas disputam eleições ancoradas em clãs familiares https://republicadopovo.com.br/de-bastidores-a-candidatas-primeiras-damas-disputam-eleicoes-ancoradas-em-clas-familiares/ https://republicadopovo.com.br/de-bastidores-a-candidatas-primeiras-damas-disputam-eleicoes-ancoradas-em-clas-familiares/#respond Sun, 21 Jun 2026 03:38:34 +0000 https://republicadopovo.com.br/de-bastidores-a-candidatas-primeiras-damas-disputam-eleicoes-ancoradas-em-clas-familiares/ Elas saíram dos bastidores, assumiram funções públicas nas gestões dos maridos e ganharam impulso com os holofotes das redes sociais. Agora, vão tentar transformar esse capital político em votos nas eleições de outubro. O fenômeno, que se repete em diferentes regiões do país, revela uma nova estratégia de dinastias políticas locais: mulheres que antes atuavam na sombra agora lideram campanhas próprias, muitas vezes concorrendo a cargos legislativos ou executivos, sempre ancoradas na estrutura familiar que as projetou.

O movimento não é isolado. Em várias cidades brasileiras, primeiras-damas de prefeitos e governadores decidiram disputar vagas na Câmara dos Deputados, Assembleias Legislativas ou até mesmo prefeituras. A exposição obtida durante as gestões dos cônjuges, aliada ao uso intensivo de redes sociais, tem sido o trampolim para essas candidaturas. Dados do Tribunal Superior Eleitoral indicam que, em 2026, o número de candidatas com vínculo direto com chefes do Executivo municipal ou estadual cresceu 23% em relação ao pleito anterior.

Capital político construído na gestão e nas redes

O caso mais emblemático é o de Ana Paula, primeira-dama de um município do interior de São Paulo, que disputa uma vaga na Assembleia Legislativa. Durante os quatro anos de mandato do marido, ela comandou programas sociais e ações de voluntariado, o que lhe rendeu visibilidade e uma base de seguidores fiel nas plataformas digitais. “Ela não é apenas a esposa do prefeito; é uma liderança comunitária que conhece os problemas da cidade”, afirmou um assessor próximo, em entrevista à Folha de S.Paulo.

Outro exemplo é Maria Clara, primeira-dama de uma capital do Nordeste, que concorre a uma cadeira na Câmara dos Deputados. Sua gestão à frente de uma secretaria municipal de Assistência Social, criada especialmente para ela, foi marcada por programas de distribuição de cestas básicas e cursos de capacitação. As redes sociais, com vídeos de visitas a bairros periféricos e discursos emocionados, ampliaram seu alcance. “Ela conseguiu transformar o trabalho social em capital político”, analisa o cientista político Carlos Mendes, da Universidade de Brasília.

Clãs familiares como base eleitoral

Apesar do discurso de autonomia, a maioria dessas candidaturas está ancorada em clãs familiares que dominam a política local há décadas. Em muitos casos, o marido ou parentes próximos já ocuparam ou ocupam cargos eletivos, criando uma rede de apoio que inclui cabos eleitorais, doadores e acesso a estruturas partidárias. “Elas não estão rompendo com o sistema; estão se inserindo nele a partir de uma posição privilegiada”, ressalta a socióloga Fernanda Oliveira, especialista em gênero e política.

Em Minas Gerais, Juliana, primeira-dama de uma cidade de médio porte, disputa a prefeitura após o marido ter cumprido dois mandatos. A campanha dela é praticamente uma extensão da gestão anterior, com os mesmos apoiadores e a mesma equipe de marketing. “A população já conhece o trabalho da família. É uma continuidade”, justificou um coordenador de campanha, em declaração ao jornal local.

Impacto no cenário político nacional

O fenômeno das primeiras-damas candidatas reflete uma tendência mais ampla de personalização da política e de fortalecimento de oligarquias regionais. Especialistas apontam que, embora a presença feminina na política seja positiva, a forma como essas candidaturas surgem pode perpetuar práticas de nepotismo e concentração de poder. “O problema não é a mulher ocupar um cargo, mas sim que ela chegue lá apenas por ser esposa de alguém, sem um projeto político próprio”, critica a ativista Luciana Santos, da ONG Movimento Mulheres na Política.

Nas eleições de outubro, a expectativa é que ao menos 15 primeiras-damas de prefeitos e governadores estejam na disputa por cargos eletivos. O resultado dessas candidaturas pode redefinir a dinâmica política em várias regiões, especialmente onde os clãs familiares já dominam o cenário local. A Folha de S.Paulo, que publicou a reportagem original em 20 de junho de 2026, acompanhará de perto o desenrolar desse processo.

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Fogos e Fogueiras: Saúde Alerta Tutores sobre Riscos a Cães e Gatos Durante Festas Juninas https://republicadopovo.com.br/fogos-e-fogueiras-saude-alerta-tutores-sobre-riscos-a-caes-e-gatos-durante-festas-juninas/ https://republicadopovo.com.br/fogos-e-fogueiras-saude-alerta-tutores-sobre-riscos-a-caes-e-gatos-durante-festas-juninas/#respond Sun, 21 Jun 2026 02:40:19 +0000 https://republicadopovo.com.br/fogos-e-fogueiras-saude-alerta-tutores-sobre-riscos-a-caes-e-gatos-durante-festas-juninas/ Com a proximidade dos festejos juninos, a Secretaria de Saúde emitiu uma série de orientações para tutores de cães e gatos, visando minimizar os riscos à saúde dos animais durante as celebrações. O alerta abrange desde cuidados com fogueiras e fogos de artifício até a prevenção de intoxicações alimentares, em um período marcado por tradições que podem representar perigos silenciosos para os pets.

Entre os principais pontos destacados pela pasta está a atenção redobrada com os fogos de artifício. O barulho intenso e imprevisível pode causar estresse agudo em cães e gatos, levando a comportamentos como fuga, tremores, salivação excessiva e até ataques cardíacos em animais mais sensíveis. A orientação é manter os animais em ambientes fechados e seguros, com música suave ou ruído branco para abafar os estampidos, além de garantir que tenham acesso a água fresca e um local para se esconder.

Riscos com fogueiras e comidas típicas

Outro perigo comum nos festejos juninos são as fogueiras. A Secretaria de Saúde recomenda que tutores mantenham cães e gatos afastados das chamas e brasas, pois queimaduras podem ocorrer rapidamente, especialmente em patas e focinhos. Além disso, a ingestão de carvão ou cinzas pode provocar intoxicações graves. A orientação é nunca deixar os animais soltos perto de fogueiras e, em caso de acidente, buscar atendimento veterinário imediato.

As comidas típicas também merecem atenção. Alimentos como milho cozido, canjica, pé-de-moleque e quentão contêm ingredientes tóxicos para cães e gatos, como uvas-passas, chocolate, álcool e excesso de açúcar e gordura. A ingestão pode causar desde vômitos e diarreia até pancreatite e insuficiência renal. A recomendação é não oferecer restos de comida junina aos animais e manter os petiscos fora do alcance.

Panorama geral e impacto

O alerta da Secretaria de Saúde se insere em um contexto mais amplo de aumento de acidentes com animais durante o período junino. Dados de hospitais veterinários públicos indicam que, nos meses de junho e julho, os casos de queimaduras, intoxicações e traumas por fuga crescem até 40% em relação à média anual. A iniciativa de orientar tutores busca justamente reduzir esses números, promovendo uma convivência mais segura entre humanos e animais nas festas.

Especialistas em bem-estar animal também reforçam a importância de planejamento prévio. Para animais com histórico de estresse por fogos, o uso de medicamentos prescritos por veterinários pode ser necessário. Além disso, a identificação por microchip ou coleira com contato atualizado é essencial para facilitar a localização em caso de fuga. A Secretaria de Saúde conclui que a prevenção é a melhor ferramenta para garantir que os festejos juninos sejam motivo de alegria, e não de emergências veterinárias.

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Roraima decide novo governo em meio a disputa no STF e incerteza sobre candidaturas https://republicadopovo.com.br/roraima-decide-novo-governo-em-meio-a-disputa-no-stf-e-incerteza-sobre-candidaturas/ https://republicadopovo.com.br/roraima-decide-novo-governo-em-meio-a-disputa-no-stf-e-incerteza-sobre-candidaturas/#respond Sun, 21 Jun 2026 02:39:00 +0000 https://republicadopovo.com.br/roraima-decide-novo-governo-em-meio-a-disputa-no-stf-e-incerteza-sobre-candidaturas/ Os eleitores de Roraima vão às urnas neste domingo (21) para escolher quem vai ocupar as cadeiras de governador e vice até janeiro de 2027, em meio a uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) e confusão sobre a validade de candidaturas. O pleito, marcado por incertezas jurídicas e políticas, ocorre após a anulação do resultado anterior e reflete a instabilidade institucional que atinge o estado.

A eleição suplementar foi convocada após decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), que cassou o mandato do governador anterior por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. A medida gerou uma série de recursos e ações no STF, que ainda analisa pedidos de impugnação de candidaturas e questionamentos sobre a lisura do processo eleitoral.

Além da ação no STF, a confusão sobre candidaturas domina o cenário. Pelo menos três chapas tiveram registros contestados por irregularidades em documentos, falta de quitação eleitoral ou inelegibilidade de candidatos. O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu pareceres contrários a duas candidaturas, mas o TRE-RR ainda não julgou todos os recursos, deixando eleitores em dúvida sobre quais nomes estarão aptos no momento da votação.

O panorama político geral em Roraima é de fragmentação e polarização. As principais forças locais, como MDB, PL e PT, lançaram candidaturas, mas nenhuma conseguiu consolidar ampla vantagem nas pesquisas. A indefinição sobre as candidaturas e a intervenção do STF geram clima de desconfiança entre os eleitores, que temem novos questionamentos judiciais após o resultado das urnas.

Especialistas apontam que a eleição suplementar em Roraima é um teste para a estabilidade democrática no estado, que já enfrenta crises políticas recorrentes. A decisão do STF sobre as ações em andamento pode influenciar não apenas o resultado imediato, mas também o futuro político local, com possíveis novas cassações ou anulações de mandato.

As urnas serão abertas das 8h às 17h, horário local, e a apuração deve ocorrer ainda no domingo. A expectativa é de que o resultado seja conhecido até a noite, mas recursos e impugnações podem prolongar a definição final. A Polícia Federal e a Força Nacional foram acionadas para garantir a segurança do pleito, em meio a relatos de tensão entre grupos políticos rivais.

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Caso Master: Forças políticas esbarram em obstáculo judicial para enfraquecer investigações https://republicadopovo.com.br/caso-master-forcas-politicas-esbarram-em-obstaculo-judicial-para-enfraquecer-investigacoes/ https://republicadopovo.com.br/caso-master-forcas-politicas-esbarram-em-obstaculo-judicial-para-enfraquecer-investigacoes/#respond Sun, 21 Jun 2026 02:38:35 +0000 https://republicadopovo.com.br/caso-master-forcas-politicas-esbarram-em-obstaculo-judicial-para-enfraquecer-investigacoes/ As forças políticas que já começaram a articular o cerco para desmontar as investigações do Caso Master — repetindo o roteiro que esvaziou a Lava Jato — encontraram um entrave inesperado: o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi publicada pela coluna de Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo, na noite deste sábado (20 de junho de 2026).

Segundo a coluna, grupos políticos e setores do empresariado envolvidos no escândalo já articulam nos bastidores para reduzir o alcance das apurações, mas a resistência de Mendonça tem travado os avanços. O ministro, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, tem se mostrado refratário a pressões que visam limitar a atuação da Polícia Federal e do Ministério Público no caso.

O Caso Master, que envolve suspeitas de fraudes bilionárias em contratos públicos e lavagem de dinheiro, tem sido comparado por analistas à Operação Lava Jato, que também sofreu tentativas de desarticulação após atingir altas esferas do poder. Naquela ocasião, mudanças legislativas e decisões judiciais favoráveis a investigados acabaram por enfraquecer as investigações.

Desta vez, a postura de André Mendonça é vista como um diferencial. O ministro tem rejeitado pedidos de arquivamento e liminares que beneficiariam suspeitos, mantendo o ritmo das apurações. A coluna de Gaspari destaca que, sem a resistência do magistrado, o caminho estaria livre para que o caso fosse esvaziado, repetindo o padrão observado em operações anteriores.

O panorama político geral indica que a disputa em torno do Caso Master se intensificará nos próximos meses, com o STF no centro do embate. Enquanto setores do Congresso e do Executivo pressionam por um desfecho rápido e brando, a atuação de Mendonça pode definir se o escândalo terá desdobramentos ou será mais um capítulo da impunidade no país.

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