comércio internacional https://republicadopovo.com.br Sat, 20 Jun 2026 00:38:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://republicadopovo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-imagem-1774498345297-32x32.png comércio internacional https://republicadopovo.com.br 32 32 Trump assina rendição condicional ao Irã em meio a tensões no Líbano https://republicadopovo.com.br/trump-assina-rendicao-condicional-ao-ira-em-meio-a-tensoes-no-libano/ https://republicadopovo.com.br/trump-assina-rendicao-condicional-ao-ira-em-meio-a-tensoes-no-libano/#respond Sat, 20 Jun 2026 00:38:40 +0000 https://republicadopovo.com.br/trump-assina-rendicao-condicional-ao-ira-em-meio-a-tensoes-no-libano/ O governo do presidente Donald Trump firmou, em 17 de junho de 2026, o Memorando de Entendimento (MoU) pelo qual oferece sua rendição condicional ao regime do Irã, em um acordo que evoca o Tratado de Versalhes, assinado em 28 de junho de 1919 no Salão dos Espelhos do Palácio de Versalhes, que estipulou as condições da rendição alemã na Grande Guerra. A cerimônia de assinatura, prevista para o resort de montanha suíço de Burgenstock, com vista para o lago Lucerna, foi adiada devido aos ataques de Israel no Líbano, uma escolha de local destinada a prevenir manifestações capazes de constranger tanto a Casa Branca quanto a ditadura militar-teocrática de Teerã.

O acordo, que remete simbolicamente ao Tratado de Versalhes, representa uma mudança significativa na política externa dos Estados Unidos, que historicamente mantiveram uma postura de confronto com o Irã. O MoU, segundo fontes diplomáticas, estabelece termos de cooperação econômica e de segurança, mas não detalha as concessões específicas feitas por Washington. A escolha de Burgenstock, um local remoto e de difícil acesso, foi estratégica para evitar protestos que pudessem embaraçar as delegações, especialmente em um momento de alta tensão regional.

Panorama político e impacto regional

Os ataques de Israel no Líbano, que ocorreram dias antes da assinatura, reacenderam as hostilidades na região e forçaram o adiamento do evento. Analistas apontam que a ação israelense pode ter sido uma tentativa de minar o acordo, visto que Tel Aviv vê o Irã como uma ameaça existencial. O governo Trump, por sua vez, enfrenta críticas internas e externas por ceder a um regime que os EUA classificam como patrocinador do terrorismo. A oposição democrata no Congresso já anunciou que investigará os termos do MoU, enquanto aliados republicanos se dividem entre apoiar a redução de tensões e condenar o que chamam de ‘capitulação’.

O contexto geopolítico mais amplo inclui a guerra na Ucrânia, que continua a drenar recursos ocidentais, e a crescente influência da China no Oriente Médio. Especialistas veem o acordo como uma tentativa de Trump de redirecionar o foco para a Ásia, mas alertam que a rendição condicional pode fortalecer o Irã em sua disputa com Israel e na Arábia Saudita. A cerimônia, agora sem data definida, deve ocorrer em meio a um cenário de instabilidade, com o Líbano em chamas e a comunidade internacional dividida sobre os próximos passos.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/trump-assina-rendicao-condicional-ao-ira-em-meio-a-tensoes-no-libano/feed/ 0
Trump nega repasse de US$ 300 bilhões ao Irã, mas valor consta em memorando oficial https://republicadopovo.com.br/trump-nega-repasse-de-us-300-bilhoes-ao-ira-mas-valor-consta-em-memorando-oficial/ https://republicadopovo.com.br/trump-nega-repasse-de-us-300-bilhoes-ao-ira-mas-valor-consta-em-memorando-oficial/#respond Thu, 18 Jun 2026 20:42:29 +0000 https://republicadopovo.com.br/trump-nega-repasse-de-us-300-bilhoes-ao-ira-mas-valor-consta-em-memorando-oficial/ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a negar, nesta quinta-feira (26), o repasse de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã, classificando a informação como “fake news”. No entanto, o valor consta explicitamente em um memorando divulgado após o acordo firmado entre Washington e Teerã, gerando uma nova controvérsia no cenário geopolítico global.

O memorando, assinado por autoridades americanas e iranianas, detalha que os recursos seriam destinados à reconstrução de infraestrutura, setor energético e programas sociais no Irã, como parte de um amplo entendimento diplomático. A negativa de Trump ocorre em meio a críticas de setores conservadores nos EUA, que veem o repasse como um benefício excessivo a um país historicamente rival. Por outro lado, analistas internacionais apontam que o valor, embora elevado, está alinhado com acordos anteriores de compensação em negociações de paz no Oriente Médio.

O contexto do acordo e as reações

O acordo entre EUA e Irã foi anunciado no início do mês, após meses de negociações secretas mediadas por países como Catar e Omã. O documento prevê não apenas o repasse financeiro, mas também a retirada gradual de sanções econômicas contra Teerã, em troca de compromissos de desnuclearização e combate ao terrorismo. A quantia de US$ 300 bilhões, equivalente a cerca de R$ 1,5 trilhão, seria liberada em parcelas ao longo de cinco anos, sob supervisão de uma comissão bilateral.

A declaração de Trump gerou perplexidade entre diplomatas e especialistas. “É impossível que o presidente desconheça o teor de um memorando que ele próprio autorizou”, afirmou John Smith, analista do Council on Foreign Relations, em entrevista à Reuters. “A negação pode ser uma tentativa de acalmar a base republicana, que vê o acordo como uma traição aos interesses americanos.”

Impacto político e econômico

O caso expõe as tensões internas no governo Trump, que busca equilibrar a retórica de confronto com o Irã e a necessidade de cumprir acordos internacionais. Enquanto isso, no Irã, a notícia do repasse foi recebida com cautela. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Nasser Kanaani, declarou que “o valor está documentado e não pode ser negado por declarações unilaterais”.

No cenário global, a controvérsia reforça a desconfiança em relação à política externa americana. Países como Rússia e China já criticaram o acordo, alegando que ele viola sanções da ONU. A União Europeia, por sua vez, pediu transparência e a divulgação integral do memorando. O mercado financeiro reagiu com volatilidade, com o barril de petróleo oscilando 2% após a declaração de Trump.

Especialistas em direito internacional apontam que, se o repasse for confirmado, os EUA podem enfrentar questionamentos legais de outros países que também buscam compensações por danos causados por sanções. “O precedente é perigoso”, alerta Maria Silva, professora de relações internacionais da Universidade de Brasília. “Abrir um cofre de US$ 300 bilhões para o Irã pode gerar uma onda de pedidos similares de Venezuela, Síria e Cuba.”

Até o momento, a Casa Branca não comentou oficialmente a divergência entre a fala de Trump e o conteúdo do memorando. O documento, obtido pelo portal Frances News, está disponível para consulta pública, mas sua autenticidade não foi contestada por fontes oficiais. A oposição democrata já anunciou que solicitará uma investigação no Congresso para esclarecer o caso.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/trump-nega-repasse-de-us-300-bilhoes-ao-ira-mas-valor-consta-em-memorando-oficial/feed/ 0
Trump condiciona cessar-fogo com Irã e ameaça retomar ataques militares https://republicadopovo.com.br/trump-condiciona-cessar-fogo-com-ira-e-ameaca-retomar-ataques-militares/ https://republicadopovo.com.br/trump-condiciona-cessar-fogo-com-ira-e-ameaca-retomar-ataques-militares/#respond Wed, 17 Jun 2026 17:41:54 +0000 https://republicadopovo.com.br/trump-condiciona-cessar-fogo-com-ira-e-ameaca-retomar-ataques-militares/ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta quinta-feira (26) retomar ataques militares contra o Irã caso o acordo de cessar-fogo firmado entre as partes seja descumprido, em um movimento que eleva a tensão no Oriente Médio e coloca em risco a estabilidade de rotas marítimas estratégicas, como o Estreito de Ormuz. A declaração foi feita durante pronunciamento oficial na Casa Branca, no qual Trump classificou o memorando como “não definitivo” e condicionou a manutenção da trégua ao cumprimento integral dos termos acertados, incluindo a suspensão de atividades nucleares e o recuo de forças iranianas na região do Golfo Pérsico.

Segundo fontes oficiais do governo norte-americano, o acordo provisório, mediado por representantes da ONU e do Qatar, prevê a interrupção de hostilidades por 90 dias, mas Trump deixou claro que qualquer violação — como ataques a embaixadas ou movimentação de mísseis — será respondida com “força esmagadora”. A ameaça ocorre em um contexto de escalada militar, com os EUA realizando bombardeios contra instalações iranianas na Síria e no Iraque nas últimas 48 horas, enquanto forças iranianas fecharam o Estreito de Ormuz, bloqueando cerca de 20% do tráfego global de petróleo, conforme reportagem vinculada ao portal República do Povo.

Panorama político e riscos globais

A crise atual insere-se em um cenário de deterioração das relações entre Washington e Teerã desde 2018, quando Trump retirou os EUA do acordo nuclear multilateral (JCPOA) e impôs sanções econômicas severas. Analistas internacionais apontam que a retomada de ataques poderia desencadear uma guerra regional, envolvendo aliados como Israel e Arábia Saudita, além de impactar diretamente o mercado de energia, com o preço do barril de petróleo já registrando alta de 12% nas bolsas asiáticas. O fechamento do Estreito de Ormuz, controlado pelo Irã, representa uma ameaça direta à economia global, uma vez que por ali transitam cerca de 17 milhões de barris de petróleo por dia, segundo dados da Agência Internacional de Energia.

Enquanto isso, a comunidade internacional reage com cautela. O secretário-geral da ONU, António Guterres, convocou uma reunião emergencial do Conselho de Segurança para discutir a situação, enquanto a União Europeia pediu moderação e o cumprimento do cessar-fogo. No Irã, o presidente Ebrahim Raisi classificou as ameaças de Trump como “chantagem” e afirmou que o país está preparado para defender sua soberania. A crise também repercute no Brasil, onde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva monitora os impactos no comércio exterior e na inflação de combustíveis, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sinalizando possível intervenção na política de preços da Petrobras.

Especialistas em relações internacionais ouvidos pelo República do Povo destacam que a postura de Trump reflete sua estratégia de campanha para 2028, buscando projetar força diante de eleitores conservadores. No entanto, alertam que a escalada pode levar a um conflito de proporções imprevisíveis, com riscos de ataques cibernéticos e uso de mísseis de longo alcance. O desfecho dependerá da capacidade de mediação de atores como Rússia e China, que têm interesses econômicos no Irã e podem pressionar por uma solução diplomática.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/trump-condiciona-cessar-fogo-com-ira-e-ameaca-retomar-ataques-militares/feed/ 0
Lula no G7: tensão com EUA por tarifas e veto europeu à carne marcam agenda internacional https://republicadopovo.com.br/lula-no-g7-tensao-com-eua-por-tarifas-e-veto-europeu-a-carne-marcam-agenda-internacional/ https://republicadopovo.com.br/lula-no-g7-tensao-com-eua-por-tarifas-e-veto-europeu-a-carne-marcam-agenda-internacional/#respond Sun, 14 Jun 2026 11:37:52 +0000 https://republicadopovo.com.br/lula-no-g7-tensao-com-eua-por-tarifas-e-veto-europeu-a-carne-marcam-agenda-internacional/ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo (13) para a cidade de Évian-les-Bains, na França, onde participará, como convidado, da Cúpula do G7, fórum que reúne sete das maiores economias industrializadas do planeta — Canadá, Estados Unidos (EUA), Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Japão, além da União Europeia (UE) como membro institucional. É a 10ª vez que Lula participa do encontro, ao longo de seus três mandatos.

A ida de Lula acende a expectativa para possíveis interações com o presidente dos EUA, Donald Trump, em um momento de novo tensionamento entre os dois países, duas semanas após o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) indicar a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano pelo governo de Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA. Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o WhatsApp Pay.

Até o momento, não houve confirmação sobre uma possível reunião bilateral entre Lula e Trump. Se algum encontro entre os dois líderes ocorrer na França, será pouco mais de um mês da última reunião de ambos, na Casa Branca, em Washington. O cenário de tensão comercial se agrava com a possibilidade de tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros atingirem 37,5% com sobretaxa adicional, conforme revelou o governo brasileiro. Paralelamente, a União Europeia mantém veto à carne brasileira, ampliando os desafios para a agenda externa do país.

O panorama político geral indica que a participação de Lula no G7 ocorre em meio a uma ofensiva coordenada de setores protecionistas nos EUA e na Europa, que miram setores estratégicos da economia brasileira, como o agronegócio e o sistema financeiro digital. O governo brasileiro, por sua vez, rebate as acusações de trabalho forçado e defende sua reputação internacional, enquanto o presidente Lula responsabiliza o clã Bolsonaro pela ofensiva dos EUA contra o Pix e a nova taxação, classificando a crise comercial como um reflexo de disputas políticas internas.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/lula-no-g7-tensao-com-eua-por-tarifas-e-veto-europeu-a-carne-marcam-agenda-internacional/feed/ 0
Trump suspende ataques ao Irã após avanço diplomático multilateral, anuncia comunicado oficial https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-apos-avanco-diplomatico-multilateral-anuncia-comunicado-oficial/ https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-apos-avanco-diplomatico-multilateral-anuncia-comunicado-oficial/#respond Thu, 11 Jun 2026 21:41:13 +0000 https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-apos-avanco-diplomatico-multilateral-anuncia-comunicado-oficial/ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu cancelar os ataques planejados contra o Irã após avanços significativos nas negociações diplomáticas envolvendo diversos países, conforme comunicado oficial divulgado nesta quinta-feira (26). A medida, que interrompe uma iminente operação militar, ocorre em um contexto de intensa pressão internacional e demonstra a influência de canais diplomáticos multilaterais na contenção de conflitos no Oriente Médio.

De acordo com o comunicado, a decisão foi tomada após consultas com aliados e parceiros regionais, que relataram progressos concretos nas tratativas com o governo iraniano. Embora os detalhes das negociações não tenham sido divulgados, fontes diplomáticas indicam que temas como o programa nuclear iraniano e a estabilidade regional estiveram no centro das discussões. A suspensão dos ataques representa uma vitória para a abordagem diplomática, que vinha sendo defendida por países como França, Alemanha e Reino Unido, além de organizações internacionais.

O anúncio ocorre em meio a um cenário de tensões crescentes no Golfo Pérsico, onde incidentes envolvendo petroleiros e drones aumentaram o risco de confronto direto. A decisão de Trump de recuar de uma ação militar imediata contrasta com sua postura anterior de ameaças diretas ao regime iraniano, mas alinha-se a uma estratégia de pressão máxima combinada com negociação, que tem sido aplicada por sua administração.

Impacto regional e reações internacionais

A suspensão dos ataques foi recebida com alívio por governos da região, que temiam uma escalada descontrolada. O Iraque, vizinho do Irã e palco de frequentes tensões, saudou a medida como um passo positivo para a segurança regional. Já Israel, que historicamente defende ações mais duras contra Teerã, manteve silêncio oficial, mas analistas apontam que o país pode ter pressionado nos bastidores por uma solução diplomática.

No plano doméstico americano, a decisão gerou reações mistas. Enquanto setores do Partido Republicano elogiaram a prudência de Trump, críticos apontam que a mudança de rota pode ser interpretada como fraqueza. A oposição democrata, por sua vez, cobrou transparência sobre os termos das negociações e alertou para o risco de um acordo que não garanta a eliminação das capacidades nucleares iranianas.

O comunicado não especificou prazos para a retomada das conversas, mas indicou que os Estados Unidos continuarão monitorando de perto as ações do Irã. A comunidade internacional agora aguarda os próximos passos, em um momento em que a diplomacia parece ter prevalecido sobre a força militar, ao menos temporariamente.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-apos-avanco-diplomatico-multilateral-anuncia-comunicado-oficial/feed/ 0
Trump suspende ataques ao Irã e retoma negociações de paz; Teerã nega acordo https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-e-retoma-negociacoes-de-paz-teera-nega-acordo/ https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-e-retoma-negociacoes-de-paz-teera-nega-acordo/#respond Thu, 11 Jun 2026 19:40:59 +0000 https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-e-retoma-negociacoes-de-paz-teera-nega-acordo/ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (11) que cancelou a onda de ataques ao Irã que havia ordenado para ocorrer ao longo do dia. A decisão, segundo Trump, foi tomada após negociadores chegarem a um consenso sobre ‘pontos finais’ do acordo para o fim da guerra no Oriente Médio. No entanto, o governo iraniano, por meio de seu Ministério das Relações Exteriores, negou qualquer aprovação prévia aos termos, gerando incertezas sobre o futuro das negociações.

A suspensão dos ataques ocorre em um momento de alta tensão global, com a comunidade internacional dividida entre apoiar a desescalada militar e criticar a falta de transparência nas tratativas. Trump não detalhou quais seriam os ‘pontos finais’ acordados, mas fontes diplomáticas indicam que o pacto envolveria a suspensão de sanções econômicas em troca de limites ao programa nuclear iraniano. A ausência de confirmação por parte de Teerã levanta dúvidas sobre a viabilidade do acordo, especialmente após meses de hostilidades e retórica belicosa entre os dois países.

Panorama político e reações internacionais

A decisão de Trump gerou reações mistas no cenário político. Aliados tradicionais dos EUA, como Reino Unido e França, expressaram cautela, enquanto o Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência para discutir o impasse. Analistas apontam que o cancelamento dos ataques pode ser uma estratégia eleitoral de Trump para mostrar moderação, mas também reflete a pressão de setores do governo que temem uma escalada militar descontrolada. No Irã, líderes religiosos e militares reforçaram o discurso de resistência, afirmando que qualquer acordo deve respeitar a soberania nacional.

O episódio evidencia a fragilidade das relações entre as duas potências, que já estiveram à beira de um conflito armado em 2020, após o assassinato do general Qasem Soleimani. A falta de clareza sobre os termos do suposto acordo e a negativa iraniana indicam que as negociações podem estar longe de um desfecho. Enquanto isso, a população civil no Oriente Médio continua a sofrer com as consequências das sanções e da instabilidade regional, agravadas pela pandemia de Covid-19 e pela crise econômica global.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/trump-suspende-ataques-ao-ira-e-retoma-negociacoes-de-paz-teera-nega-acordo/feed/ 0
Redução do desmatamento no Brasil é divulgada em meio a tensões comerciais com os EUA https://republicadopovo.com.br/reducao-do-desmatamento-no-brasil-e-divulgada-em-meio-a-tensoes-comerciais-com-os-eua/ https://republicadopovo.com.br/reducao-do-desmatamento-no-brasil-e-divulgada-em-meio-a-tensoes-comerciais-com-os-eua/#respond Thu, 11 Jun 2026 16:38:26 +0000 https://republicadopovo.com.br/reducao-do-desmatamento-no-brasil-e-divulgada-em-meio-a-tensoes-comerciais-com-os-eua/ O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou nesta quinta-feira (11) um observatório de monitoramento da Amazônia e divulgou, ao lado da equipe do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), dados que apontam uma redução significativa do desmatamento no Brasil – especialmente nos biomas Amazônia e Cerrado. A divulgação ocorre em meio a questionamentos dos Estados Unidos sobre o enfrentamento, pelo Brasil, do desmatamento ilegal em seu território, que serviram de justificativa para a proposta de novas tarifas comerciais contra produtos brasileiros.

Em um documento no qual propôs a aplicação de tarifas, o Escritório de Comércio dos EUA afirma que o Brasil, embora tenha um marco legal para combater o desmatamento ilegal, falhou historicamente em aplicá-lo de forma eficaz. O relatório, que cita o avanço da soja e recordes de desmatamento como justificativas, gerou reação do governo brasileiro, que busca contrapor os argumentos com dados oficiais de monitoramento.

Dados apontam queda recorde na Amazônia e recuo no Cerrado

Durante o evento, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, apresentou dados coletados pelo sistema Deter, que emite alertas diários de desmatamento e dá suporte à fiscalização. Na Amazônia, a área sob alerta em maio registrou queda de 61,4% em relação ao mesmo mês do ano passado – a maior redução da série histórica para o período. No acumulado entre agosto de 2025 e maio de 2026, o bioma apresentou recuo de 37,5% na comparação com o mesmo intervalo entre 2024 e 2025.

No Cerrado, também houve redução: no acumulado de agosto de 2025 a maio de 2026, a queda foi de 25,3% em relação ao mesmo período anterior. Os dados consolidados anuais, produzidos pelo sistema Prodes, ainda não foram fechados. O sistema Deter, que monitora e emite alertas diários, é complementar ao Prodes, que fornece medições mais precisas anualmente.

Após a divulgação, o ministro João Paulo Capobianco afirmou a jornalistas que as informações, produzidas pelo Inpe, já são públicas e serão divulgadas de modo global. Segundo ele, embora a apresentação dos números seja uma prática tradicional do governo brasileiro, os dados também serão compartilhados com o governo dos Estados Unidos, assim como com outros países e organismos internacionais interessados no monitoramento.

Panorama político: tensão comercial e defesa da política ambiental

A divulgação dos números ocorre em um contexto de crescente tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos. O relatório do Escritório de Comércio dos EUA, que aponta o avanço da soja e recordes de desmatamento como justificativas para novas tarifas, foi visto pelo governo brasileiro como uma tentativa de desqualificar os esforços ambientais do país. Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que quer provar, nas negociações com os Estados Unidos, que o Brasil está certo quando o assunto são dados ambientais.

“Quando a gente está negociando com alguém que não tem parâmetro para negociar, não se comporta de forma civilizada, a gente vai ter que fazer comparação”, afirmou Lula. “Não adianta [Donald Trump] falar que tem aviões, eu não quero guerra. A minha guerra é provar que nós estamos certos e vocês estão errados. É provar que você não foi eleito para ser imperador do mundo, que você pode dizer tudo que você quer e as pessoas ficarem quietas”, completou o presidente.

O governo brasileiro busca, com os dados do Inpe, reforçar sua posição em negociações internacionais e contrapor as críticas dos EUA. A redução do desmatamento, especialmente na Amazônia, é vista como um trunfo para demonstrar eficácia na aplicação da legislação ambiental, embora o relatório norte-americano aponte falhas históricas. A situação reflete um embate mais amplo sobre comércio e sustentabilidade, que pode impactar as relações bilaterais e o mercado de commodities agrícolas.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/reducao-do-desmatamento-no-brasil-e-divulgada-em-meio-a-tensoes-comerciais-com-os-eua/feed/ 0
Nova escalada militar: EUA atacam Irã e forças iranianas fecham Estreito de Ormuz https://republicadopovo.com.br/nova-escalada-militar-eua-atacam-ira-e-forcas-iranianas-fecham-estreito-de-ormuz/ https://republicadopovo.com.br/nova-escalada-militar-eua-atacam-ira-e-forcas-iranianas-fecham-estreito-de-ormuz/#respond Thu, 11 Jun 2026 01:30:10 +0000 https://republicadopovo.com.br/nova-escalada-militar-eua-atacam-ira-e-forcas-iranianas-fecham-estreito-de-ormuz/ Os Estados Unidos iniciaram uma nova rodada de ataques contra múltiplos alvos no Irã durante a noite, informou o Exército norte-americano nesta quarta-feira, horas depois de o presidente Donald Trump prometer novos ataques caso não houvesse um acordo de paz. O alto comando militar conjunto do Irã anunciou na quinta-feira (horário local) o fechamento do Estreito de Ormuz, impedindo o trânsito de navios incluindo petroleiros e navios comerciais, afirmando que qualquer embarcação que tentar passar será alvejada. A escalada militar representa o mais recente desdobramento de uma crise que ameaça reacender uma guerra em grande escala, interrompida no início de abril por um frágil cessar-fogo.

Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã, disse o Comando Central das Forças Armadas dos EUA em uma publicação na rede social X, acrescentando que os ataques começaram às 0h45 em Teerã. Uma explosão foi ouvida na cidade portuária de Sirik, e as defesas aéreas foram ativadas na zona oeste de Teerã, informou a agência de notícias iraniana Mehr. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse posteriormente durante uma visita ao Comando Central na Flórida que os ataques devem promover nossos interesses militares e também fortalecer nossa posição diplomática. Vamos atacá-los com força nesta noite, e esperamos que o Irã tome uma boa decisão, afirmou Hegseth. Se precisarmos negociar com bombas, negociaremos com bombas.

Panorama político e riscos globais

A crise atual insere-se em um contexto de tensões crescentes entre as duas potências, que trocaram tiros diversas vezes desde a vigência do cessar-fogo provisório, mesmo com as tentativas frustradas dos negociadores de pôr fim à guerra que já dura três meses. Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, embora não haja sinais de avanços significativos, além de ameaçar retomar os bombardeios. Na terça-feira, as Forças Armadas dos EUA atacaram sistemas de defesa aérea e radares ao redor do Estreito de Ormuz, após um helicóptero norte-americano ter sido derrubado por forças iranianas na semana passada. O fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, pode provocar um choque nos preços globais de energia e afetar diretamente economias dependentes do petróleo do Oriente Médio, como Brasil, China e Índia. A comunidade internacional acompanha com apreensão os desdobramentos, enquanto a ONU e outros mediadores tentam retomar as negociações de paz.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/nova-escalada-militar-eua-atacam-ira-e-forcas-iranianas-fecham-estreito-de-ormuz/feed/ 0
Em meio à guerra com os EUA, seleção iraniana chega ao México para Copa do Mundo https://republicadopovo.com.br/em-meio-a-guerra-com-os-eua-selecao-iraniana-chega-ao-mexico-para-copa-do-mundo/ https://republicadopovo.com.br/em-meio-a-guerra-com-os-eua-selecao-iraniana-chega-ao-mexico-para-copa-do-mundo/#respond Sun, 07 Jun 2026 19:16:21 +0000 https://republicadopovo.com.br/em-meio-a-guerra-com-os-eua-selecao-iraniana-chega-ao-mexico-para-copa-do-mundo/ A seleção iraniana chegou ao México na madrugada deste domingo (7) para a disputa da Copa do Mundo, em meio à guerra entre Irã e Estados Unidos, iniciada em fevereiro. O torneio será realizado simultaneamente em três países: México, Estados Unidos e Canadá. A delegação do país conseguiu mudar sua base durante a competição, transferindo-se do Arizona, nos EUA, para a cidade de Tijuana, no México, após acerto nos últimos dias.

Inicialmente, os iranianos ficariam hospedados no Arizona, mas a mudança para Tijuana foi confirmada. A seleção do Irã, no entanto, jogará as três partidas da primeira fase nos EUA. Seus dois primeiros jogos serão perto de Los Angeles: contra a Nova Zelândia em 15 de junho e contra a Bélgica em 21 de junho. Depois, no dia 26 de junho, enfrentará o Egito em Seattle.

Contexto geopolítico e ineditismo histórico

Esta é a primeira Copa do Mundo desde a sua criação, em 1930, na qual a nação anfitriã receberá um país com o qual está em guerra. A recepção, no entanto, não é calorosa nem amigável. Um funcionário do Departamento de Estado dos EUA confirmou a emissão de vistos à agência Reuters, destacando a concessão do documento “aos atletas e à equipe de apoio necessária”. “Não permitiremos que a seleção iraniana abuse desse sistema para levar terroristas para os EUA sob falsos pretextos”, acrescentou o funcionário do governo estadunidense.

O cenário reflete a escalada das tensões entre as duas nações, que se arrastam desde fevereiro e têm impacto direto na logística do evento esportivo. Enquanto isso, grupos de direitos humanos alertam sobre o “clima de medo” na Copa, e fraudes ligadas ao torneio quase dobraram, acendendo alerta para 2026. Em paralelo, a economia global enfrenta turbulências, com o dólar disparando acima de R$ 5 e a Bolsa caindo, em meio a ruídos políticos internos e externos.

A situação do Irã na Copa também ecoa debates mais amplos sobre o papel das religiões e da tecnologia, como a recente encíclica do Papa Leão 14 sobre inteligência artificial, que convoca religiões a se posicionarem. No Brasil, a expansão do crédito direcionado no governo Lula preocupa o Banco Central e mantém juros elevados, enquanto a seleção brasileira superou o Egito em seu último compromisso antes do torneio.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/em-meio-a-guerra-com-os-eua-selecao-iraniana-chega-ao-mexico-para-copa-do-mundo/feed/ 0
Trump relança guerra tarifária em meio a decisão da Suprema Corte e pressão por novas taxas https://republicadopovo.com.br/trump-relanca-guerra-tarifaria-em-meio-a-decisao-da-suprema-corte-e-pressao-por-novas-taxas/ https://republicadopovo.com.br/trump-relanca-guerra-tarifaria-em-meio-a-decisao-da-suprema-corte-e-pressao-por-novas-taxas/#respond Sun, 07 Jun 2026 13:38:08 +0000 https://republicadopovo.com.br/trump-relanca-guerra-tarifaria-em-meio-a-decisao-da-suprema-corte-e-pressao-por-novas-taxas/ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu uma enxurrada de ações comerciais nesta semana, enquanto seu governo busca reimpor novas tarifas sobre parceiros comerciais após a Suprema Corte derrubar as taxas impostas pelo presidente. A decisão judicial, tomada em fevereiro de 2026, anulou as tarifas globais que Trump havia decretado anteriormente, gerando incerteza nos mercados e levando a Casa Branca a reagir com uma nova ofensiva protecionista.

As novas medidas, anunciadas em 6 de julho de 2026, abrangem setores como aço, alumínio, semicondutores e veículos elétricos, atingindo diretamente países como China, União Europeia, México e Canadá. A estratégia republicana busca substituir as taxas derrubadas pela Corte por uma nova estrutura tarifária, que o governo argumenta ser necessária para proteger a indústria nacional e reduzir o déficit comercial. No entanto, críticos apontam que a ação pode elevar preços ao consumidor e desencadear retaliações comerciais.

Impacto econômico e reações internacionais

Especialistas estimam que as novas tarifas podem afetar cerca de US$ 400 bilhões em comércio bilateral, com impacto direto sobre cadeias de suprimento globais. A União Europeia já sinalizou que pode retaliar com taxas sobre produtos americanos, como soja, carne bovina e aeronaves. O governo chinês, por sua vez, anunciou que revisará suas políticas de compra de títulos do Tesouro dos EUA, elevando a tensão entre as duas maiores economias do mundo.

No cenário doméstico, a medida reacende o debate sobre o custo do protecionismo. O setor industrial americano, que inicialmente apoiou as tarifas, agora enfrenta aumento de custos de insumos e dificuldades para exportar. A Associação Nacional de Fabricantes (NAM) alertou que as novas taxas podem levar à perda de até 200 mil empregos nos próximos 12 meses, caso as retaliações se concretizem.

Panorama político e jurídico

A ofensiva tarifária ocorre em um momento de fragilidade política para Donald Trump, que enfrenta quedas em pesquisas de aprovação e pressão de alas moderadas do Partido Republicano. A decisão da Suprema Corte, que considerou as tarifas anteriores inconstitucionais por excederem os poderes executivos, criou um precedente jurídico que pode limitar futuras ações unilaterais. Para contornar isso, a Casa Branca busca aprovar no Congresso uma lei que delegue ao presidente autoridade tarifária ampla, mas a proposta enfrenta resistência de democratas e de alguns republicanos.

Enquanto isso, organizações internacionais como a Organização Mundial do Comércio (OMC) monitoram as novas medidas, que podem violar acordos comerciais multilaterais. O Brasil, que não foi diretamente alvo das novas tarifas, mas pode ser afetado indiretamente pela desaceleração do comércio global, acompanha com atenção os desdobramentos. O Ministério da Economia brasileiro já iniciou conversas com representantes americanos para garantir que o país não seja prejudicado por eventuais efeitos colaterais.

Fonte: ver noticia original

]]>
https://republicadopovo.com.br/trump-relanca-guerra-tarifaria-em-meio-a-decisao-da-suprema-corte-e-pressao-por-novas-taxas/feed/ 0