O g1 AC lista as reportagens mais acessadas entre os dias 5 e 11 de julho, que incluem a luta de dois irmãos por um tratamento contra uma doença ultrarrara, a morte de um advogado em seu escritório e a condenação de um delegado por violência doméstica. Os casos mobilizam a opinião pública e evidenciam desafios sociais e jurídicos no estado.
Os irmãos Pedro Rodrigues, de 12 anos, e Thiago Rodrigues, de 7, convivem com a Distrofia Muscular de Cinturas tipo 2C (LGMD2C), uma doença genética ultrarrara, degenerativa e sem cura definitiva que provoca a perda progressiva da força muscular. Um estudo desenvolvido nos Estados Unidos apresentou melhoras significativas em pacientes que participaram da primeira fase da pesquisa. Agora, a família busca arrecadar R$ 5,2 milhões (US$ 1 milhão) para viabilizar o financiamento da segunda fase, que inclui o teste de medicamentos, e poder incluir os meninos de fato — já que ambos receberam o aceite para participar. Ao g1, a advogada Fabíula Albuquerque Fleming, mãe dos meninos, contou que acompanhar a progressão da doença nos filhos é um dos maiores desafios da família.
Morte misteriosa de advogado
O corpo do advogado Hélio Montilha Junior, de 48 anos, foi encontrado em avançado estado de decomposição na tarde de segunda-feira (7), dentro do escritório dele, localizado em um apartamento na Rua Paraíba, bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, próximo à escola Craveiro Costa. Conforme a Polícia Militar (PM-AC), vizinhos relataram sentir um odor há cerca de dois ou três dias. Inicialmente, os moradores acreditavam que o cheiro fosse provocado por um algum animal morto nas proximidades, já que recentemente havia sido espalhado veneno para controle de pragas na região. Apesar de não haver indícios de violência, a polícia vai analisar um celular e um notebook do advogado, apreendidos no local.
Delegado condenado novamente
O delegado de Polícia Civil Luis Tonini foi condenado novamente pela Justiça do Acre por descumprimento de medida protetiva de urgência e por tentar invadir a casa da ex-namorada. A sentença fixou pena total de 1 ano, 5 meses e 5 dias de detenção em regime inicial aberto. O acusado pode recorrer em liberdade. Em março deste ano, Tonini pegou mais de dois anos de prisão por perseguição — também conhecida como stalking —, violência doméstica e ao pagamento de R$ 20 mil à vítima. Em maio, ele foi condenado novamente a 8 anos, 3 meses e 12 dias de prisão, inicialmente em regime fechado, além da perda do cargo público.
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