A disputa pelo Governo do Pará está tecnicamente empatada, segundo a última pesquisa Quaest de intenção de voto. Os dois principais candidatos, Hana Ghassan (MDB) e Dr. Daniel (Podemos), aparecem com 36% e 35% das intenções de voto, respectivamente, no segundo turno. A campanha no estado tem como características um aceno ao agronegócio, o impacto de um suposto vídeo íntimo e a disputa nacional entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em segundo plano.
De acordo com a pesquisa Quaest divulgada em julho de 2026, a diferença de um ponto percentual entre os dois candidatos está dentro da margem de erro, configurando empate técnico. O levantamento foi realizado no contexto da campanha para o segundo turno das eleições de 2026 no Pará.
Os dois principais candidatos ao Governo do Pará fazem campanha em que a disputa nacional entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tem papel secundário. Isso indica que temas locais e estaduais têm dominado a agenda eleitoral no estado, com destaque para o aceno ao agronegócio e o impacto de um suposto vídeo íntimo.
O cenário político no Pará reflete uma tendência de estadualização das campanhas, em que os eleitores priorizam questões regionais em detrimento do embate nacional. A pesquisa Quaest aponta que a disputa entre Hana Ghassan (MDB) e Dr. Daniel (Podemos) está acirrada, com ambos os candidatos tecnicamente empatados no segundo turno.
Além disso, o suposto vídeo íntimo envolvendo um dos candidatos ou figuras da campanha tem gerado repercussão e pode influenciar o eleitorado. O aceno ao agronegócio também é um fator relevante, considerando a importância do setor na economia paraense.
A disputa nacional entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo plano, sugerindo que os eleitores paraenses estão mais focados nas propostas estaduais e nos candidatos locais. A pesquisa Quaest, divulgada em julho de 2026, mostra que a eleição no Pará tem contornos próprios e não é diretamente determinada pelo cenário nacional.
O levantamento foi realizado pelo instituto Quaest e divulgado pela Folha de S.Paulo, com base em entrevistas e metodologia própria. Os números apontam para uma disputa acirrada e imprevisível no segundo turno.
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