Um homem de 28 anos, identificado como Welliton John Morais dos Santos Silva, foi executado a tiros na manhã deste domingo (12), em Guaraí, na região central do estado. O ataque foi registrado por câmeras de segurança e ocorreu por volta das 8h, na Avenida Sebastião Sales, localizada no Setor Pestana. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a vítima foi atingida por disparos efetuados por dois homens que estavam em uma motocicleta. Após os tiros, os suspeitos fugiram e, até a última atualização desta reportagem, permaneciam foragidos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e encontrou Welliton caído na via, com uma perfuração na região abdominal. Os militares realizaram o controle de sangramento e procedimentos de imobilização no local. Durante o transporte para a unidade de saúde, foi necessário o uso de oxigenoterapia para tentar estabilizar o paciente. A Polícia Militar informou que prestou apoio aos bombeiros e isolou a área para o trabalho da Polícia Científica. Welliton foi levado com vida ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade hospitalar.
A ocorrência foi registrada e o caso está sob investigação da Polícia Civil de Guaraí. Equipes da PM realizaram diligências na região para tentar localizar os autores do homicídio. A motivação do crime ainda é desconhecida. O episódio se soma a uma série de homicídios registrados no estado, que tem enfrentado desafios no combate à criminalidade, especialmente em cidades do interior. A falta de esclarecimento sobre a motivação do crime levanta preocupações sobre a segurança pública na região, que já registrou outros casos de execuções com características semelhantes, como o ataque a tiros em Teresina e a operação policial em Peruíbe.
Panorama da violência no Tocantins
O homicídio em Guaraí ocorre em um contexto de aumento da violência no estado, que tem registrado crimes com uso de armas de fogo e execuções em vias públicas. Dados da SSP indicam que a maioria dos homicídios está relacionada a conflitos pessoais, dívidas ou disputas territoriais. A falta de testemunhas e a dificuldade de identificação dos suspeitos são desafios constantes para a polícia. A população local cobra mais efetivo policial e ações preventivas para conter a onda de violência.
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