O Jornal Extra de Alagoas repercute o que pode ser o fim de uma era: o coronelismo, prática política que marcou gerações no estado. A reportagem levanta dados e análises que apontam para uma queda gradual das velhas oligarquias, abrindo espaço para novas lideranças. O que antes era sinônimo de voto de cabresto e domínio familiar agora dá sinais de esgotamento.
O fenômeno não é isolado. Em todo o Brasil, o fortalecimento das instituições e o acesso à informação têm minado o poder dos coronéis modernos. Em Alagoas, a ascensão de figuras como o prefeito João Henrique Clem (JHC) e a atuação do senador Renan Calheiros mostram que o jogo político está mudando. A ironia é que até mesmo os herdeiros do coronelismo precisam se adaptar às novas regras.
A expectativa é que, com o fim do coronelismo, a política alagoana se torne mais plural e competitiva. O próximo passo será observar como as velhas oligarquias reagirão a essa perda de influência. Se a tendência se confirmar, o estado pode viver uma renovação histórica nos próximos pleitos.
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