O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) suspendeu, nesta quinta-feira, o julgamento que discute a composição da Câmara Municipal de Maceió. O desembargador Ney Costa Alcântara apresentou um pedido de vista, interrompendo a análise do processo que envolve a ordem de suplência, desfiliações partidárias e a manutenção dos mandatos dos vereadores João Catunda e Pastor João Luiz.
Antes da suspensão, o relator do caso já havia proferido seu voto, mas a divergência levantada por outro magistrado levou à necessidade de mais tempo para análise. O caso é considerado estratégico para o cenário político da capital, já que pode alterar a correlação de forças na Câmara, especialmente em relação a partidos que perderam ou ganharam filiados nos últimos meses.
A decisão final do TRE-AL pode impactar diretamente a estabilidade de mandatos e abrir precedentes para outras situações semelhantes em Alagoas. O julgamento foi adiado para uma data ainda não definida, e a expectativa é que o desembargador Ney Costa Alcântara apresente seu voto na próxima sessão.
Enquanto isso, os vereadores envolvidos seguem no cargo, mas sob a sombra de uma possível mudança na composição da Casa. O caso também levanta questionamentos sobre a fidelidade partidária e os critérios de suplência, temas que devem continuar em debate nos bastidores da política maceioense.
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