PF conclui processo e pede demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo; decisão final é de Wellington Lima e Silva

A Polícia Federal concluiu o processo administrativo disciplinar contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e pediu a demissão do ex-deputado federal por abandono de cargo. O relatório foi enviado ao ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, a quem cabe a decisão final de assinar o ato de demissão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, o que motivou a abertura do processo por abandono de cargo. A PF recomenda demissão com base na legislação que prevê punição para servidores que se ausentam sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos.

A carreira de escrivão da PF, cargo que Eduardo ocupava antes de se tornar deputado, tem salário inicial de R$ 14 mil. O caso levanta questionamentos sobre a responsabilidade de agentes públicos que se afastam de suas funções sem autorização.

Agora, a bola está com o ministro Wellington Lima e Silva, que pode acatar ou não a recomendação da PF. A decisão deve ser anunciada nos próximos dias, e pode gerar novos desdobramentos políticos para a família Bolsonaro.

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