Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra a disputa para o governo de Pernambuco com Raquel Lyra (PSD) à frente, registrando 43% das intenções de voto, enquanto João Campos (PSB) aparece com 37% no primeiro turno. O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 26 de julho, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-09649/2026.
Além dos dois principais candidatos, Camila Falcão (UP) tem 1%, Ivan Moraes (PSol) também 1%, e Renan Hallais (Missão) igualmente 1%. Eleitores indecisos somam 11%, e os que declaram voto em branco, nulo ou que não vão votar representam 6%.
Intenção de voto e rejeição
Para 41% dos eleitores ouvidos, a escolha do voto para governador ainda pode mudar, enquanto 58% consideram a decisão definitiva. No índice de rejeição, Raquel Lyra lidera com 35%, seguida por João Campos com 34%. Ivan Moraes tem 14% de rejeição, Renan Hallais e Camila Falcão aparecem com 7% cada.
Simulação de segundo turno
Em um eventual segundo turno entre Raquel Lyra e João Campos, a governadora mantém vantagem: 45% contra 39% do ex-prefeito do Recife. Indecisos somam 8%, e brancos/nulos/não votam outros 8%.
Aprovação e avaliação do governo
A aprovação do governo estadual é de 68%, enquanto 23% desaprovam e 9% não sabem ou não responderam. Na avaliação geral, 45% consideram o governo positivo, 36% regular e 15% negativo. Quando perguntados se Raquel Lyra merece ser reeleita, 57% dos eleitores responderam que sim, 36% disseram que não e 7% não souberam ou não responderam.
Principais problemas do estado
Os temas mais citados como problemas de Pernambuco são: saúde (32%), violência (24%), e, com 4% cada, desemprego, educação, enchentes e infraestrutura.
O panorama político geral indica que a disputa pelo governo de Pernambuco segue polarizada entre Raquel Lyra e João Campos, com a governadora em vantagem numérica tanto no primeiro quanto no segundo turno. A alta aprovação do governo (68%) e a percepção de que a gestão merece reeleição (57%) reforçam a posição de Lyra, embora 41% dos eleitores ainda possam mudar de voto, o que mantém o cenário dinâmico até as eleições.
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