Uma pesquisa da Universidade Federal do Paraná (UFPR) levanta um alerta sobre o consumo excessivo de ômega-3 durante a gestação. O estudo, realizado com ratos, investiga como diferentes doses dessa gordura afetam a saúde materna e podem gerar efeitos duradouros no desenvolvimento dos filhotes.
O trabalho, que ainda está em andamento, busca entender se o exagero no suplemento, comum entre gestantes, pode trazer riscos em vez de benefícios. Os primeiros resultados apontam que doses elevadas podem interferir em processos metabólicos importantes, o que acende um sinal de alerta para a suplementação sem acompanhamento médico.
A pesquisa reforça a importância de equilibrar a ingestão de nutrientes, mesmo aqueles considerados benéficos. No caso do ômega-3, a recomendação é que a suplementação seja sempre orientada por um profissional de saúde, especialmente durante a gravidez.
O próximo passo dos pesquisadores é aprofundar a análise dos efeitos a longo prazo nos filhotes, o que pode trazer novas diretrizes para o uso do suplemento em gestantes no futuro.
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