A rotina dos pets mudou e, com ela, a forma como os tutores encaram a vacinação. Mais tempo dentro de casa, passeios em horários alternativos e o aumento da convivência com outros animais redefinem o calendário de imunização, que agora precisa ser mais flexível e personalizado.
Especialistas apontam que o modelo tradicional de campanhas fixas já não atende à nova realidade. A recomendação é que clínicas veterinárias e órgãos públicos avaliem o perfil de cada animal, considerando fatores como idade, ambiente e exposição a riscos, antes de definir o esquema vacinal.
A mudança também levanta discussões sobre a necessidade de atualizar as políticas de saúde animal. A proposta é que o calendário nacional passe a incluir orientações específicas para animais com rotinas atípicas, como os que vivem em apartamentos ou têm contato restrito com outros cães e gatos.
O próximo passo esperado é a realização de estudos mais amplos sobre o impacto do estilo de vida na imunidade dos pets, com a possibilidade de novas diretrizes já no próximo ciclo de vacinação.
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