Pela primeira vez, cientistas conseguiram registrar pequenos redemoinhos na superfície visível do Sol, um fenômeno que era previsto há 150 anos, mas nunca havia sido observado diretamente. A descoberta, anunciada nesta semana, promete revolucionar o entendimento sobre a dinâmica solar e seus efeitos no clima espacial.
Os redemoinhos, que se formam em escalas muito menores do que as estruturas conhecidas, foram captados por meio de telescópios de alta resolução. A observação inédita confirma teorias antigas e levanta novas questões sobre a transferência de energia na estrela.
Para os pesquisadores, o achado é um marco: “É como ver pela primeira vez as ondas de um oceano que sempre soubemos que existiam”, comparou um dos autores do estudo. A expectativa agora é que os dados ajudem a prever com mais precisão as tempestades solares que afetam satélites e redes elétricas na Terra.
O próximo passo da equipe é mapear a frequência e a intensidade desses redemoinhos, além de investigar sua relação com o ciclo solar de 11 anos. A descoberta também abre caminho para novas missões espaciais dedicadas ao estudo detalhado da superfície do Sol.
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