O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ampliou o prazo para que a Meta, dona de Facebook e Instagram, preserve os dados de perfis investigados em uma ação movida pelo PL. A medida faz parte de uma apuração que mira supostas campanhas de ataque ao partido, que teriam sido articuladas nas plataformas digitais.
Com a nova determinação, a empresa deverá manter intactos os registros de contas e interações que possam servir de prova no processo. A decisão é vista como um avanço na investigação, que busca identificar responsáveis por ações coordenadas de desinformação ou difamação contra a legenda.
O caso ganha contornos políticos em um momento de acirramento do debate eleitoral, com pré-candidaturas já em movimento para 2026. Em Alagoas, nomes como o de João Henrique Caldas (JHC), pré-candidato ao governo, acompanham de perto os desdobramentos, que podem influenciar o tom das campanhas futuras.
Enquanto isso, outras pautas quentes seguem em pauta no estado, como a determinação judicial para aluguel social em Maceió e a liderança da capital no turismo nacional. A expectativa agora é que a Meta cumpra a ordem no novo prazo estipulado, sob pena de sanções.
O próximo passo deve ser a análise dos dados preservados, que poderão embasar novas diligências e até mesmo a abertura de investigações complementares. A decisão do TSE sinaliza um endurecimento na fiscalização de práticas digitais em períodos eleitorais.
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