Há exatamente duas décadas, o senador Renan Calheiros protagonizava um dos capítulos mais marcantes da legislação brasileira: a condução, no Senado, da aprovação da Lei Maria da Penha. A medida, sancionada em 2006, tornou-se referência mundial no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.
Na época, Renan atuou diretamente para viabilizar o consenso em torno do texto, que uniu parlamentares de diferentes espectros políticos em uma causa comum. A lei, que leva o nome da farmacêutica cearense vítima de violência doméstica, estabeleceu mecanismos rigorosos de punição e proteção, mudando o paradigma do tratamento jurídico ao tema no país.
O episódio é lembrado agora como um marco da atuação do senador, que segue na vida pública alagoana e nacional. A efeméride reacende o debate sobre a efetividade da legislação e os desafios que permanecem, como o aumento de denúncias e a necessidade de políticas públicas de acolhimento às vítimas.
Para os próximos anos, a expectativa é que a data sirva de impulso para novas iniciativas de aprimoramento da lei, além de reforçar a cobrança por mais investimentos no combate à violência de gênero em Alagoas e no restante do Brasil.
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