A China saiu em defesa de Cuba e criticou as sanções impostas pelos Estados Unidos, que miram a colaboração entre Havana, Pequim e Moscou. Em nota oficial, o governo chinês classificou as medidas como injustas e pediu a suspensão imediata das punições, reafirmando o direito de Cuba de manter parcerias internacionais.
Pequim argumenta que a cooperação entre os países é legítima e não representa ameaça a terceiros. A declaração surge em meio ao aumento da tensão global, com os EUA adotando postura mais dura contra adversários, como visto nos recentes ataques ao Irã e nas tarifas sobre produtos brasileiros.
A posição chinesa reforça o alinhamento com Moscou e Havana, enquanto Washington tenta isolar esses países. O movimento também ecoa a crítica do presidente Lula às tarifas de Trump, que afirmou que “ninguém nos derrotará com mentiras”.
Analistas apontam que a disputa entre as potências deve se intensificar nos próximos meses, com reflexos na economia e na política internacional. A expectativa é que Cuba continue contando com o apoio chinês e russo para enfrentar o embargo americano.
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