Ficha Limpa: entenda o que pode tornar um pré-candidato inelegível em Alagoas

A Lei da Ficha Limpa segue como um dos principais filtros para quem pretende disputar as eleições de 2026. Em Alagoas, o pré-candidato ao governo João Henrique Caldas (JHC) entra no radar da legislação, que pode barrar postulantes com base em condenações, abuso de poder e outros critérios previstos em lei.

Entre os pontos que geram inelegibilidade estão condenações por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa, desde que decididas por órgão colegiado. Também entram na lista casos de abuso de poder econômico ou político, captação ilícita de sufrágio e até rejeição de contas públicas.

A lei, criada em 2010, estabelece prazos que variam conforme a situação. Em geral, a inelegibilidade dura oito anos após o cumprimento da pena ou o fim do mandato, mas cada caso exige análise específica da Justiça Eleitoral.

Para JHC, que oficializou a pré-candidatura ao governo, o cenário reforça a necessidade de manter a ficha limpa e evitar qualquer atrito com a legislação. O próximo passo é aguardar o julgamento de eventuais recursos e a validação dos registros pela Justiça Eleitoral.

Na prática, a Ficha Limpa promete movimentar o tabuleiro político alagoano, com os partidos de olho em possíveis impugnações. A tendência é que o debate sobre elegibilidade ganhe força à medida que o calendário eleitoral avança.

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