A partir deste domingo (16), o eleitor também entra oficialmente no jogo eleitoral. Com o início da propaganda de rua e na internet, apoiadores de pré-candidatos — como João Henrique Caldas (JHC), pré-candidato ao governo de Alagoas — podem distribuir panfletos e usar as redes para declarar voto. Mas a lei impõe limites que, se ignorados, geram multa e dor de cabeça.
Na prática, o eleitor pode vestir a camisa, colar adesivo no carro e até gravar vídeo de apoio. O que não pode é transformar a manifestação em uma estrutura de campanha profissional, com impulsionamento pago ou uso de robôs. A regra vale para todos, inclusive para quem apoia JHC, que disputa o Palácio República dos Palmares em 2026.
O cuidado redobra em ano de inteligência artificial. Enquanto as pré-campanhas presidenciais se dividem sobre o uso da ferramenta, a Justiça Eleitoral já mostrou que não perdoa excessos: multou o ex-presidente Lula em R$ 15 mil por propaganda antecipada e barrou o PL de usar Bolsonaro fora das regras.
Para o eleitor comum, a orientação é simples: manifestar é direito, mas sem exageros. Quem for flagrado distribuindo material irregular ou usando disparo em massa responde por propaganda ilegal. O próximo passo, agora, é acompanhar as convenções e ver quem sai oficialmente na disputa — até lá, o apoio é válido, mas a cautela também.
Fonte: ver noticia original

