A Polícia Federal apura a origem de imóveis de alto padrão ligados ao ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Na Barra da Tijuca, ele ocuparia uma cobertura com mais de 300 metros quadrados e piscina; em Petrópolis, uma casa em condomínio de luxo cercado pela natureza. A defesa de Castro nega irregularidades.
A investigação, que já tem repercussão nacional, aponta suspeita de favorecimento a empresários em contratos e licenças ambientais. Os imóveis entram no radar como possível fruto de vantagens indevidas, enquanto a PF cruza dados patrimoniais com movimentações financeiras.
O caso levanta questionamentos sobre a transparência na gestão pública fluminense e reacende o debate sobre o enriquecimento de agentes políticos. A defesa de Castro afirma que todos os bens foram declarados e adquiridos de forma lícita.
Nos próximos meses, a PF deve ouvir testemunhas e analisar documentos para decidir se há elementos para indiciamento. O desdobramento pode impactar o cenário político do RJ, onde Castro ainda mantém influência.
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