A corrida eleitoral de 2026 em Alagoas já tem um dos capítulos mais aguardados: a disputa por uma vaga no Senado. Levantamento do JOTA Info reúne os pré-candidatos que se movimentam nos bastidores, enquanto os partidos ainda costuram alianças e definem estratégias para a sucessão estadual.
Entre os nomes que circulam, a presença de figuras ligadas a dinastias políticas locais reforça o tom tradicional da disputa. Enquanto isso, o cenário nacional também influencia os arranjos, como mostra a decisão do TSE que obrigou Flávio Bolsonaro a apagar postagem associando Lula a facções, sinal de que a judicialização deve marcar a campanha.
O debate sobre indicações e patrimônio também ganha força: Renan Calheiros, por exemplo, indicou o próprio motorista para suplência ao Senado, ampliando a discussão sobre critérios de escolha. Já Renan Filho, ao anunciar o vice, cometeu gafe ao escrever o nome errado, o que rendeu críticas e memes nas redes.
Com a proximidade das convenções, a expectativa é que os partidos definam oficialmente seus nomes até meados do ano. O próximo passo deve ser a formalização das chapas e o início das campanhas de rua, com o eleitorado alagoano atento às alianças que vão se desenhar.
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