A erupção do supervulcão de Yellowstone, um dos eventos naturais mais temidos do planeta, não causaria um resfriamento global tão drástico quanto se imaginava. A avaliação é de uma cientista climática, que alerta para um impacto limitado a 1,5 grau na temperatura média da Terra. O cenário, embora menos apocalíptico, ainda acende o sinal de alerta para a comunidade científica.
O estudo, que reacende o debate sobre os efeitos de grandes erupções, chega em meio a um contexto de extremos climáticos. Enquanto isso, cientistas alertam que o impacto global do El Niño é imprevisível e preocupa Alagoas, mostrando que fenômenos naturais seguem desafiando modelos de previsão.
A especialista pondera que, apesar da redução de temperatura ser menor do que o previsto em cenários anteriores, os efeitos colaterais seriam sentidos em cadeia. A possibilidade de fome global após uma erupção de Yellowstone já foi levantada por outros pesquisadores, o que reforça a necessidade de monitoramento constante e de políticas de adaptação.
O alerta chega em um momento em que o mundo observa ondas de calor recordes na Europa, evidenciando o alto custo de adiar a adaptação climática. Para a cientista, o caso de Yellowstone serve como um lembrete de que a natureza opera em escalas de tempo que ignoram calendários políticos.
O próximo passo esperado é o aprofundamento dos estudos sobre os cenários de erupção e seus desdobramentos regionais. No Brasil, a atenção se volta para como eventos globais podem influenciar o clima local, especialmente em estados como Alagoas, que já sofrem com a imprevisibilidade dos fenômenos atmosféricos.
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