Uma cientista climática afirma que uma erupção do supervulcão de Yellowstone poderia reduzir a temperatura do planeta. O estudo, repercutido pelo portal Tribuna do Sertão, indica que o resfriamento seria significativo, mas ressalta que não há sinais de uma nova supererupção no horizonte.
Segundo a pesquisadora, o cenário de um evento dessa magnitude traria impactos globais, como já alertou outro estudo sobre risco de fome global. A análise, porém, busca separar o alarmismo de dados concretos: o supervulcão segue monitorado, e a probabilidade de erupção a curto prazo é considerada baixa.
O debate ganha força em meio a preocupações climáticas, mas especialistas evitam pânico. A ciência, dizem, aponta para um fenômeno possível, não iminente — e o monitoramento contínuo é a principal ferramenta para antecipar qualquer mudança nos padrões geológicos da região.
O próximo passo esperado é a ampliação de estudos sobre os efeitos de erupções extremas, com foco em estratégias de mitigação para cenários de resfriamento global e seus desdobramentos na agricultura e na segurança alimentar.
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