O presidente da República eleito neste ano tomará posse no dia 5 de janeiro, e não mais em 1º de janeiro, como ocorria tradicionalmente. A mudança foi oficializada por meio de uma emenda à Constituição, conforme noticiou o portal Tribuna do Sertão.
A alteração no calendário, embora pareça meramente protocolar, mexe diretamente na engrenagem política: o novo chefe do Executivo terá alguns dias extras para organizar a equipe ministerial e ajustar as malas antes de assumir o cargo. Nos bastidores, a medida é vista como uma forma de suavizar a transição entre governos.
Enquanto isso, o cenário eleitoral já esquenta. Uma pesquisa Quaest aponta que 73% dos eleitores desaprovam o uso de inteligência artificial nas campanhas, um tema que promete render debates acalorados. E o PRTB lançou Pablo Marçal à Presidência, mesmo com inelegibilidade até 2032, o que deve gerar uma enxurrada de recursos na Justiça Eleitoral.
Com o prazo para registro de candidaturas se encerrando neste sábado (15), a corrida presidencial ganha contornos definitivos. A nova data de posse, portanto, não é só um detalhe burocrático: é um sinal de que o calendário político de 2026 já está em pleno funcionamento, com direito a reviravoltas e estratégias de última hora.
Resta saber como os pré-candidatos, incluindo nomes como João Henrique Caldas (JHC), que mira o governo de Alagoas, vão se adaptar a esse novo cronograma. A expectativa é que a mudança na posse abra espaço para mais negociações e, claro, mais suspense até o dia 5 de janeiro.
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