A nota técnica que permitiu o investimento do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Maceió (Iprev Maceió) no Banco Master foi emitida e assinada de forma monocrática pelo então diretor do instituto, Ronnie Mota. A informação foi divulgada pela Folha de Alagoas, que classificou o caso como “roubalheira”.
Segundo o relatório, a instituição financeira ofereceria maior rentabilidade financeira. No entanto, à época da assinatura, o Banco Master já constava na lista de instituições com alertas, o que levanta suspeitas sobre a decisão isolada.
A publicação, assinada pela redação do veículo, destaca que a medida foi tomada sem consulta colegiada, o que reforça a crítica à gestão do Iprev. O caso ganha contornos políticos em ano eleitoral, com a previdência municipal virando alvo de questionamentos.
O episódio deve repercutir na disputa pela prefeitura de Maceió, com o pré-candidato João Henrique Caldas (JHC) sendo cobrado por explicações sobre a gestão do instituto. A expectativa é que o Ministério Público ou o Tribunal de Contas abra investigação para apurar a legalidade do ato.
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