A Procuradoria-Geral da República (PGR) divulgou relatório em que não encontra indícios de negócios fechados entre Lulinha e o governo federal. O documento, que analisa a atuação do filho do ex-presidente Lula, destaca a ausência de provas concretas de irregularidades, segundo informações do portal Tribuna do Sertão.
Enquanto isso, o presidente da Argentina, Javier Milei, voltou a criticar a lei do aborto em vigor no país. Em declarações recentes, Milei classificou a legislação como um erro e defendeu mudanças na política atual, gerando repercussão no cenário político sul-americano.
O caso de Lulinha, que já havia sido alvo de investigação da Polícia Federal, segue em análise. A PF apontou que a atuação de Lulinha e lobistas pode ter extrapolado limites éticos e legais junto ao poder público, mas a PGR não encontrou elementos para sustentar acusações formais.
Agora, a expectativa é que o caso seja enviado à primeira instância, como já havia sido solicitado pela PGR em relação a outros envolvidos. A decisão final sobre o futuro das investigações deve sair nos próximos meses, enquanto Milei segue pressionando por mudanças na legislação argentina.
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