A corrida contra o tempo virou angústia na casa do piloto Lito Sousa. Em meio à espera por uma vaga em estudo experimental, a esposa dele, Mila Seidl, cobrou publicamente o Itamaraty e descreveu o cenário como um “tic-tac horrível”. A declaração foi dada após a família ainda não receber retorno da farmacêutica Ionis sobre a participação na pesquisa.
Segundo Mila, cada dia sem resposta reduz as chances de Lito ser incluído no protocolo. Ela pede que o Ministério das Relações Exteriores pressione a empresa e agilize os trâmites diplomáticos, já que o tempo é fator decisivo para o piloto.
A situação expõe a burocracia que envolve tratamentos experimentais e a dependência de articulação internacional. Enquanto isso, a família segue em alerta, monitorando qualquer sinal da farmacêutica e cobrando agilidade das autoridades.
O próximo passo esperado é uma manifestação oficial do Itamaraty ou da Ionis, que pode definir o futuro de Lito na pesquisa. Até lá, o relógio continua correndo — e o “tic-tac”, como diz Mila, só aumenta.
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