Em entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, a escritora Carla Madeira, autora mais lida do Brasil, fez uma reflexão contundente sobre homofobia. O gatilho, segundo ela, foi pessoal: a descoberta de que a própria filha é lésbica.
“Não era uma amiga me dizendo que é gay, era a minha filha”, afirmou, destacando como o preconceito, muitas vezes velado, ganha outra dimensão quando bate à porta de casa. A declaração, registrada pelo portal Tribuna do Sertão, repercutiu nas redes sociais e entre leitores.
Carla, conhecida por obras como ‘Tudo é rio’, admitiu que a situação a forçou a confrontar próprios vieses. A fala, carregada de sinceridade, virou tema de debate sobre aceitação e o papel da família no combate à discriminação.
O próximo passo, segundo a autora, é usar essa vivência para ampliar o diálogo em seus próximos trabalhos literários, mirando um público que ainda resiste à pauta.
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