O Congresso Nacional retoma os trabalhos nesta semana após o recesso, com a expectativa de uma atividade intensa nas próximas semanas até as eleições gerais. O retorno ocorre em meio a um acúmulo de pautas prioritárias que ficaram pendentes no primeiro semestre, incluindo a discussão sobre a escala 6×1, segurança pública e minerais estratégicos.
O recesso, combinado com as convenções partidárias e o início das campanhas eleitorais, deve travar novamente as decisões importantes no Legislativo até depois do pleito. A tendência é que os parlamentares priorizem a agenda política em detrimento das votações de projetos considerados polêmicos ou que exigem maior articulação.
Com o calendário apertado, a expectativa é que a retomada seja marcada por negociações de última hora e tentativas de destravar pautas que ficaram para trás. A pressão da sociedade por respostas em temas como a redução da jornada de trabalho, no entanto, deve esbarrar na realidade do ano eleitoral.
O cenário aponta para um segundo semestre de pouca produção legislativa efetiva, com o foco dos parlamentares voltado para as urnas. A perspectiva é que, após as eleições, o Congresso retome com mais fôlego as discussões adiadas, mas até lá, a agenda deve ser dominada pela política partidária.
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