Argentina e Suíça se enfrentam nesta terça-feira (26) pelas quartas de final da Copa do Mundo Feminina de 2026, em partida que promete emoção e define uma das vagas na semifinal do torneio. O confronto, marcado para o Estádio Nacional de Brasília, coloca frente a frente duas seleções que chegam com trajetórias distintas, mas com ambições claras de avançar. De um lado, a Argentina, liderada por Lionel Messi e com um elenco recheado de estrelas, busca manter o sonho do título vivo. Do outro, a Suíça, que terá um desfalque importante para o duelo decisivo, tenta surpreender e seguir na competição.
A seleção argentina, que vem de uma campanha sólida na fase de grupos, aposta na força ofensiva de Messi e na consistência defensiva para superar os suíços. O técnico Lionel Scaloni deve escalar a equipe com Dibu Martínez no gol; Nahuel Molina, Cristian Romero, Nicolás Otamendi e Nicolás Tagliafico na defesa; Rodrigo De Paul, Leandro Paredes e Giovani Lo Celso no meio-campo; e Lionel Messi, Lautaro Martínez e Ángel Di María no ataque. A Argentina não terá desfalques por lesão ou suspensão, o que dá a Scaloni a opção de manter a base que vem atuando.
Já a Suíça, que avançou às quartas após uma vitória apertada sobre Portugal nas oitavas, terá que lidar com a ausência do zagueiro Manuel Akanji, suspenso pelo acúmulo de cartões amarelos. O técnico Murat Yakin deve promover a entrada de Nico Elvedi na defesa. A provável escalação suíça conta com Yann Sommer no gol; Silvan Widmer, Nico Elvedi, Ricardo Rodríguez e Michel Aebischer na defesa; Remo Freuler e Granit Xhaka no meio-campo; Xherdan Shaqiri, Ruben Vargas e Breel Embolo no ataque. A ausência de Akanji é um golpe na solidez defensiva suíça, que terá que se reorganizar para conter o ataque argentino.
Panorama político e contexto do confronto
O duelo entre Argentina e Suíça ocorre em um momento de grande expectativa para o futebol sul-americano, que vê na seleção argentina uma das favoritas ao título. A partida também reflete a crescente competitividade do futebol feminino, com a Suíça buscando consolidar seu espaço entre as potências europeias. O confronto é visto como um teste de fogo para ambas as equipes, que precisam mostrar consistência tática e emocional para avançar. A Argentina, que já venceu a Copa do Mundo em 2022, busca repetir o feito no feminino, enquanto a Suíça tenta quebrar a hegemonia das seleções sul-americanas.
A partida também tem implicações políticas, já que a Argentina vive um momento de instabilidade econômica, e uma vitória no Mundial pode servir como um alívio simbólico para a população. Já a Suíça, conhecida por sua neutralidade política, vê no futebol uma forma de unir o país em torno de um objetivo comum. O jogo promete ser equilibrado, com a Argentina tendo ligeira vantagem pelo fator casa e pelo elenco mais experiente, mas a Suíça não deve ser subestimada, especialmente com a presença de jogadores como Xhaka e Shaqiri, que têm experiência em grandes jogos.
Para quem quiser acompanhar a partida, a transmissão ao vivo será feita pela TV Globo e pelo SporTV, a partir das 16h (horário de Brasília). A expectativa é de um estádio lotado, com torcedores argentinos e suíços criando um clima de festa. O vencedor enfrentará nas semifinais o ganhador do confronto entre França e Inglaterra, que também ocorre nesta terça-feira.
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