A Arquidiocese do Rio de Janeiro ampliou seu quadro de padres exorcistas para 17, segundo informações divulgadas pelo portal Tribuna do Sertão. A equipe, que atua em casos de possessão e males espirituais, agora combina rituais religiosos com avaliação médica criteriosa.
O pároco da Igreja Nossa Senhora da Glória, responsável pela coordenação do grupo, explicou que o trabalho não tem caráter sensacionalista. “O objetivo não é caçar demônios, e sim prestar um serviço pastoral responsável”, afirmou, destacando que cada caso é analisado individualmente.
A iniciativa reflete uma tendência da Igreja Católica de modernizar o atendimento espiritual, integrando profissionais de saúde para descartar causas psicológicas ou clínicas antes de qualquer intervenção ritualística. A medida busca evitar diagnósticos precipitados e garantir acolhimento adequado aos fiéis.
Especialistas em teologia veem a postura como um avanço institucional, mas alertam para a necessidade de transparência nos critérios adotados. A Arquidiocese, por sua vez, promete divulgar novos protocolos nos próximos meses, ampliando o diálogo com a comunidade científica.
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