Atriz Luana Piovani revela que fuma maconha há mais de 30 anos e defende uso recreativo

A atriz Luana Piovani, de 49 anos, revelou em uma sessão de perguntas e respostas com seguidores nas redes sociais que fuma maconha há mais de três décadas, afirmando que consome a substância diariamente sem ter desenvolvido dependência química. A declaração, feita de forma aberta e sem rodeios, reacendeu o debate público sobre o uso recreativo da cannabis e as políticas de drogas no Brasil, especialmente em um contexto de crescente discussão sobre descriminalização e regulamentação.

Durante a interação, Luana Piovani respondeu a um seguidor que perguntou há quanto tempo ela fumava maconha. “Eu fumo há mais de 30 anos. Experimento todo dia. Nunca vicei”, declarou a atriz, que já havia aparecido anteriormente em seu perfil no Instagram fumando um baseado e sempre tratou o assunto com naturalidade. A revelação ocorre em meio a um cenário político polarizado, onde o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional debatem a descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal, enquanto estados como São Paulo e Rio de Janeiro avançam com políticas de redução de danos.

Em março deste ano, Luana Piovani já havia causado polêmica ao se posicionar abertamente sobre o tema, gerando reações tanto de apoiadores quanto de críticos. A atriz, conhecida por sua atuação em novelas e filmes, tem usado sua plataforma para defender a liberdade individual e a quebra de tabus em torno do uso de cannabis. Especialistas em saúde pública apontam que declarações como essa podem influenciar a percepção social sobre a substância, mas alertam para a necessidade de informações baseadas em evidências científicas sobre os riscos e benefícios do consumo prolongado.

O debate sobre a maconha no Brasil ganhou novos contornos nos últimos anos, com a aprovação de projetos de lei que autorizam o cultivo para fins medicinais e a discussão sobre a regulamentação do uso recreativo. Enquanto defensores argumentam que a descriminalização reduziria a violência ligada ao tráfico e geraria receitas tributárias, opositores levantam preocupações sobre impactos na saúde pública e na segurança. A fala de Luana Piovani se insere nesse contexto, destacando a tensão entre a experiência pessoal e as políticas estatais, que ainda criminalizam o usuário em muitas regiões do país.

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