A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) subiu o tom e passou a pressionar órgãos reguladores após as investigações sobre o caso Master. A proposta é implementar mudanças estruturais para coibir irregularidades e evitar que episódios semelhantes se repitam no sistema financeiro.
O movimento da CAE ocorre em meio a um cenário de desconfiança generalizada. Parlamentares cobram transparência e agilidade na apuração de responsabilidades, enquanto sugerem ajustes na legislação para endurecer o controle sobre instituições que operam com recursos públicos.
Nos bastidores, a oposição já ameaça retomar a PEC das Agências, como forma de pressionar ainda mais os órgãos. A medida, que tramita no Congresso, pode redefinir o poder de fiscalização e dar mais autonomia aos entes reguladores.
O próximo passo da CAE deve ser a convocação de audiências públicas para discutir as propostas. A expectativa é que o debate ganhe força nas próximas semanas, com a participação de especialistas e representantes do setor financeiro.
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