A Casa do Autista de Maceió, equipamento público que virou referência nacional, intensifica o uso da atividade física como ferramenta no cuidado de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A unidade, inaugurada pela gestão do prefeito João Henrique Clem (JHC), alia movimento, brincadeiras e acompanhamento multiprofissional para estimular o desenvolvimento neurodivergente.
Na prática, a abordagem vai além do esporte: a ideia é usar a ludicidade para fortalecer a autonomia, a interação social e a qualidade de vida dos pacientes. A iniciativa coloca a capital alagoana na vanguarda da saúde pública inclusiva — Maceió já havia liderado inovação nacional com a inauguração da Casa do Autista, um marco no cuidado neurodivergente.
A estratégia também ecoa em debates internacionais. A experiência brasileira em autismo foi destaque em conferência da ONU em Nova York, mostrando que o caminho adotado por Maceió está alinhado com as melhores práticas globais.
Com a atividade física ganhando status de pilar terapêutico, a expectativa é que a Casa do Autista amplie o número de atendimentos e inspire outras prefeituras a replicar o modelo. O próximo passo, nos bastidores, é consolidar a unidade como centro de referência para capacitação de profissionais da rede pública.
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