A Casas Bahia oficializou pedido de recuperação judicial e negocia um empréstimo de R$ 1 bilhão para tentar se reerguer. A notícia, confirmada nesta semana, derrubou as ações da companhia, que fecharam em baixa de 33%, cotadas a R$ 0,44. O movimento acende alerta no comércio alagoano, onde a rede é presença forte.
Segundo o portal Tribuna do Sertão, a varejista acumula dívida bilionária e já anunciou corte de 3 mil funcionários e fechamento de 300 lojas. Para o consumidor de Alagoas, a principal dúvida é o impacto nas compras parceladas e nas entregas — tema que já rende análises sobre o que muda na prática.
A crise não é novidade: a empresa registrou prejuízo de R$ 10,1 bilhões, um dos maiores de sua história. A recuperação judicial, na prática, congela cobranças de credores enquanto a rede tenta renegociar dívidas e manter operações mínimas.
Em Alagoas, o temor é o efeito cascata: fornecedores locais, funcionários e consumidores que dependem da estrutura da loja. O fechamento de unidades já atinge o estado, e a tendência é de redução ainda maior no varejo físico.
O próximo passo da Casas Bahia é aprovar o plano de recuperação em assembleia de credores. Enquanto isso, o mercado observa se o empréstimo de R$ 1 bilhão será suficiente para evitar um colapso total — e quantas lojas alagoanas ainda resistirão até 2026.
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