O Congresso do México começou a analisar uma reforma proposta pela presidente Claudia Sheinbaum para restringir a dupla nacionalidade entre altos funcionários públicos. A medida, que tramita em meio a debates acalorados, busca evitar que ocupantes de cargos estratégicos tenham vínculos com outras nações, segundo informações do portal Tribuna do Sertão.
A iniciativa levanta questionamentos sobre os limites da lealdade institucional e o que configura conflito de interesses. Enquanto aliados da presidente defendem a urgência da regra, críticos apontam riscos de discriminação e de afastamento de talentos com laços no exterior.
O tema chega em um momento em que o país também acompanha discussões globais sobre soberania e integração, como a proposta da Fifa de ampliar a Copa do Mundo para 64 seleções e o andamento de pautas domésticas no Brasil, como o relatório sobre redução da jornada de trabalho.
O próximo passo esperado é a votação do parecer nas comissões, onde o governo deve articular apoio para aprovar o texto-base. A oposição, no entanto, promete obstruir a pauta, o que pode adiar a decisão final para o próximo período legislativo.
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