A pequena Lillian Smart, de 8 anos, morreu após contrair uma infecção rara e devastadora enquanto nadava em um lago na Louisiana, nos Estados Unidos. O caso, divulgado pelo portal Tribuna do Sertão, chocou a comunidade local e reacendeu o alerta sobre a chamada ‘ameba comedora de cérebro’.
A criança foi diagnosticada com meningoencefalite amebiana primária (PAM), uma doença causada pela Naegleria fowleri, um micro-organismo que ataca o sistema nervoso central e é quase sempre fatal. A infecção ocorre quando a água contaminada entra pelo nariz, atingindo o cérebro em poucos dias.
Autoridades de saúde locais investigam as condições do lago e reforçam a orientação para que banhistas evitem saltos ou mergulhos em águas paradas e quentes, ambiente propício para a proliferação da ameba. A morte de Lillian levanta novamente o debate sobre a segurança de áreas de lazer naturais.
O caso, embora ocorrido nos EUA, serve de alerta também para o Brasil, onde lagoas e rios são comuns no verão. Especialistas recomendam o uso de clipes nasais e evitar mexer no sedimento do fundo. A família da menina pede privacidade enquanto enfrenta a dor da perda.
O próximo passo esperado é a divulgação de um relatório detalhado pelas autoridades sanitárias da Louisiana, além de possíveis medidas para sinalizar ou interditar o lago, evitando novas tragédias.
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