A cúpula do BRICS terminou com encontros bilaterais que chamaram atenção: Irã e Emirados Árabes Unidos de um lado, Índia e China de outro. Segundo o portal Tribuna do Sertão, a declaração conjunta do grupo destaca a vocação pela paz e pela cooperação internacional.
O movimento é simbólico. Países com histórico de atrito sentaram à mesma mesa sob o guarda-chuva do bloco, que tenta se firmar como ponto de união em um cenário global cada vez mais fragmentado.
Na prática, o BRICS avança em pautas concretas, como a integração de pagamentos instantâneos para reduzir custos e acelerar transações entre os membros. A agenda econômica caminha junto com o discurso diplomático.
Enquanto isso, o grupo também desperta interesse em áreas variadas. O Ministério da Cultura, por exemplo, busca financiamento do BRICS para modernizar a infraestrutura cultural brasileira.
A pergunta que fica é se a retórica de união resiste às divergências internas. Para Alagoas e o Nordeste, que buscam investimentos externos, o fortalecimento do bloco pode significar novas portas — ou apenas mais um comunicado conjunto.
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