O Ministério da Defesa da Rússia anunciou, nesta semana, que suas defesas antiaéreas abateram 26 mísseis Flamingo e 8.477 drones ucranianos em um período de sete dias. O número impressiona e reforça a intensidade dos confrontos no front, com Moscou afirmando que a maioria dos equipamentos foi neutralizada antes de atingir alvos estratégicos.
Segundo o relatório oficial, os sistemas de defesa conseguiram interceptar os artefatos em diferentes regiões, incluindo áreas próximas à fronteira e à capital. A pasta não detalhou perdas ou danos materiais, mas destacou a eficiência das operações. O balanço vem na esteira de outros levantamentos recentes, como o que apontou a queda de 7.078 drones na semana anterior, conforme divulgado pelo MD.
Os números, no entanto, não podem ser verificados de forma independente, e especialistas costumam tratar com cautela os dados divulgados por ambos os lados do conflito. Ainda assim, a frequência dos ataques com drones e mísseis sugere que a Ucrânia mantém pressão constante sobre a infraestrutura russa, enquanto Moscou investe em reforço antiaéreo.
Em meio à escalada, ataques ucranianos contra Moscou já deixaram feridos nos arredores da capital, como registrado anteriormente. A expectativa é que os próximos dias tragam novos capítulos dessa troca de golpes, com a Rússia prometendo responder à altura e a Ucrânia buscando ampliar o alcance de suas investidas.
O cenário segue volátil, e a comunidade internacional observa com apreensão os desdobramentos, enquanto Moscou sinaliza que não pretende recuar na chamada operação especial. A tendência é que o conflito continue dominando o noticiário, com novos balanços militares surgindo a cada semana.
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