Dirigente do Fed defende aperto maior na política monetária para conter inflação

A dirigente do Federal Reserve (Fed), Beth Hammack, defendeu nesta semana a adoção de medidas mais restritivas na política monetária dos Estados Unidos. Segundo ela, o controle da inflação ainda exige ações mais duras, mesmo com os avanços recentes no cenário econômico.

A declaração foi repercutida pelo portal Tribuna do Sertão, que destacou a posição da dirigente em meio ao debate sobre os próximos passos da autoridade monetária americana. Hammack argumenta que a flexibilização prematura pode comprometer os ganhos obtidos no combate à alta de preços.

A fala ocorre em um momento de atenção global para os rumos dos juros, com reflexos diretos em economias emergentes, incluindo o Brasil. A postura mais hawkish da dirigente contrasta com setores do mercado que esperam cortes nas taxas ainda neste ano.

Enquanto isso, no cenário político nacional, a PGR defendeu a manutenção da prisão domiciliar de Bolsonaro e pediu regras mais claras para evitar interferência eleitoral, tema que segue movimentando os bastidores de Brasília.

O próximo encontro do Fed está previsto para setembro, quando a autoridade monetária deve sinalizar se mantém ou intensifica o aperto. A decisão será observada de perto por investidores e governos ao redor do mundo.

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