A possibilidade de uma mudança de governo na França após as eleições presidenciais tem gerado preocupação nos bastidores da OTAN. Segundo o portal Tribuna do Sertão, a imprensa internacional avalia que o cenário pode se transformar em um verdadeiro pesadelo para a aliança militar, dependendo do desfecho do pleito.
O receio é que um novo ocupante do Palácio do Eliseu adote uma postura mais crítica em relação à aliança, colocando em xeque o alinhamento estratégico que sustenta a defesa coletiva do bloco. A avaliação é de que a França, peça-chave na arquitetura de segurança europeia, pode redirecionar seu papel no cenário geopolítico.
Analistas apontam que o impacto não se restringiria à Europa, mas teria reflexos diretos em decisões globais, incluindo o posicionamento diante de conflitos em andamento. A incerteza sobre os rumos da política externa francesa já mobiliza chancelarias e estrategistas militares.
O desfecho das urnas francesas, portanto, é aguardado com lupa tanto em Bruxelas quanto em Washington. O próximo passo esperado é a intensificação de conversas diplomáticas para tentar antecipar e mitigar possíveis ruídos na aliança, caso o cenário mais pessimista se confirme.
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