Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostra cenário de empate técnico entre ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo governo da Bahia, tanto no primeiro quanto no segundo turno. O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, ouviu 1.200 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho, com margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.
No primeiro cenário de primeiro turno, ACM Neto aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues tem 38%. Os demais candidatos somam: Aroldo Felix (UP) com 1%, Ronaldo Mansur (PSOL) com 1% e José Estevão (DC) com 0%. Indecisos representam 13% e brancos/nulos/não vão votar somam 8%. No segundo cenário, sem a presença de José Estevão, os números se mantêm: ACM Neto com 39%, Jerônimo Rodrigues com 38%, Aroldo Felix com 1% e Ronaldo Mansur com 1%. Indecisos sobem para 14% e brancos/nulos/não vão votar caem para 7%.
O levantamento também revela que 44% dos eleitores ouvidos afirmam que a escolha do voto para governador ainda pode mudar, enquanto 54% consideram a decisão definitiva. No índice de rejeição, Jerônimo Rodrigues lidera com 40%, seguido por ACM Neto com 30%, Ronaldo Mansur com 17%, José Estevão com 13% e Aroldo Felix com 9%. Em simulação de segundo turno, ACM Neto tem 43% contra 39% de Jerônimo Rodrigues, com 11% de indecisos e 7% de brancos/nulos/não vão votar.
Na avaliação do governo do estado, 57% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 34% desaprovam e 9% não sabem ou não responderam. A avaliação positiva do governo é de 37%, negativa de 23%, regular de 35% e 5% não sabem ou não responderam. Quando perguntados se Jerônimo Rodrigues merece ser reeleito, 52% disseram que sim, 41% que não e 7% não souberam ou não responderam.
Os principais problemas apontados pelos eleitores baianos são: segurança (47%), saúde (39%), emprego e renda (34%), transporte público (33%), políticas sociais (28%), educação (27%), atração de empresas (26%), infraestrutura e mobilidade (25%) e habitação (23%). O panorama político geral indica que a disputa pelo governo da Bahia segue acirrada, com os dois principais candidatos tecnicamente empatados e um eleitorado ainda indeciso, o que pode influenciar os rumos da campanha nos próximos meses.
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