A defesa aérea da Ucrânia enfrenta um colapso silencioso: os estoques de mísseis interceptadores, essenciais para repelir ataques russos, estão praticamente esgotados. A produção ocidental não acompanha a demanda, e o país se vê obrigado a racionar munições enquanto a guerra se arrasta.
Segundo fontes militares, os sistemas de defesa recebidos de aliados como EUA e Europa operam no limite, com poucas unidades disponíveis para os alvos mais críticos. A lentidão das fábricas e a prioridade dada a outras regiões, como o Oriente Médio, agravam o cenário — os EUA intensificam ataques contra o Irã, desviando recursos que poderiam reforçar Kiev.
A situação levanta alerta entre analistas: sem reposição rápida, cidades ucranianas ficam expostas a bombardeios em larga escala. O governo local cobra ação imediata dos aliados, mas a resposta esbarra em limitações industriais e disputas políticas internas no Ocidente.
O próximo passo esperado é uma reunião de emergência entre os países da Otan para discutir a redistribuição de arsenais. Enquanto isso, a Ucrânia tenta improvisar com sistemas alternativos, mas a margem de erro é mínima — e o relógio corre contra a sua capacidade de resistir.
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