Os Estados Unidos concordaram em abrir um canal de diálogo com o Brasil para discutir as tarifas impostas nos últimos meses. A resposta veio após o governo brasileiro formalizar o pedido no fim de julho, e a China já sinalizou que também quer participar das tratativas.
O movimento americano é visto como um alívio para setores exportadores, que amargam prejuízos desde o tarifaço. A medida, inclusive, já repercute na política local: o pré-candidato ao governo de Alagoas, João Henrique Caldas (JHC), tem usado o tema para criticar os impactos econômicos e cobrar soluções para o estado.
Enquanto isso, a entrada da China na negociação promete esquentar o debate. Especialistas apontam que o país asiático busca ampliar sua influência comercial na América do Sul, o que pode mudar os rumos das conversas.
O próximo passo é a definição de uma agenda oficial entre os países. Para JHC, a expectativa é que o acordo priorize a proteção de produtos alagoanos, como o açúcar e o álcool, e evite novos prejuízos ao agronegócio regional.
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