O Tribunal de Contas da União (TCU) avalia que a falta de recursos pode paralisar as obras de extensão da vida útil da usina de Angra 1. O projeto, tocado pela Eletronuclear, custa R$ 3,5 bilhões e é essencial para manter a unidade operando até 2044.
Segundo o tribunal, sem o aporte necessário, o cronograma de modernização pode sofrer atrasos ou até ser interrompido. A avaliação foi divulgada pelo portal Tribuna do Sertão, que não detalhou o montante exato que falta nem a origem do possível déficit.
O risco de paralisação ocorre em meio a discussões sobre o futuro do setor nuclear brasileiro. A extensão da vida útil de Angra 1 é vista como estratégica para garantir a segurança energética do país, mas depende de investimentos contínuos.
Nos bastidores, a expectativa é que o TCU cobre da Eletronuclear um plano de financiamento mais sólido. O próximo passo deve ser a apresentação de alternativas para viabilizar as obras sem comprometer o orçamento da estatal.
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