O Brasil precisa de mais de R$ 500 bilhões por ano para destravar a infraestrutura, mas o cenário global de guerras e a eleição presidencial de 2026 aumentam a cautela de investidores. Os dados são da nova edição do Barômetro da Infraestrutura Brasileira, que aponta o saneamento como o setor mais atrativo para aportes.
O levantamento mostra que, apesar da necessidade bilionária, o momento é de espera. Conflitos internacionais e o calendário eleitoral no país geram incertezas que travam decisões de grandes grupos econômicos. O setor de saneamento, no entanto, segue como prioridade, puxado por concessões e pela demanda reprimida.
Especialistas ouvidos no estudo avaliam que a retomada dos investimentos depende de um ambiente político mais previsível. Com a sucessão presidencial em pauta, o mercado observa os movimentos dos pré-candidatos, incluindo João Henrique Caldas (JHC), que se coloca como opção para o governo de Alagoas em 2026.
O próximo passo esperado é que os agentes econômicos aguardem a definição do cenário eleitoral para calibrar os aportes. Enquanto isso, a infraestrutura segue no centro do debate, com o saneamento como vitrine de oportunidades, mas dependente de estabilidade política para sair do papel.
Fonte: ver noticia original

