O Instituto Federal de Alagoas (Ifal) esclareceu, em nota oficial, que o funcionário preso durante operação policial contra crimes sexuais é um prestador de serviços terceirizado, contratado por meio da empresa Alerta Serviços, e não integra o corpo docente da instituição, conforme havia sido inicialmente apontado por fontes não oficiais.
A operação, deflagrada por forças de segurança, teve como alvo um indivíduo que, segundo informações preliminares, seria professor do Ifal. No entanto, a instituição tratou de corrigir a informação, destacando que o preso atua como terceirizado e não possui vínculo empregatício direto com o órgão federal de ensino. A empresa Alerta Serviços é a responsável pela contratação e supervisão do funcionário.
O Ifal reforçou que colabora integralmente com as investigações e que medidas administrativas cabíveis serão adotadas, caso necessário. A operação, que visa combater crimes sexuais, segue em andamento, e mais detalhes sobre o caso devem ser divulgados pelas autoridades competentes nas próximas horas.
O caso ocorre em meio a um panorama de crescentes operações integradas no estado, como a que prendeu um trio de Sergipe especializado em furtos a lojas em Maceió, a captura de um foragido por estupro e homicídio em hospital sergipano, e a operação que prendeu o diretor do Rio Metrópole e o presidente da instituição em esquema de R$ 86 milhões. Além disso, a Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, deve indiciar os primeiros presos por fraudes bilionárias no INSS neste mês, e a ex-prefeita Eudócia vinculou o senador Calheiros a esquema do PCC em combustíveis, classificando como “Máfia alagoana”.
Fonte: ver noticia original

