A inflação oficial do país perdeu força pelo quarto mês consecutivo e fechou junho em 0,16%, o menor índice desde outubro de 2025. O principal responsável pela trégua no bolso do consumidor foi a queda nos preços dos alimentos, que recuaram pela primeira vez desde novembro do ano passado.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) reflete diretamente a realidade de Maceió e do interior alagoano, onde a cesta básica pesa no orçamento familiar. A desaceleração veio em meio a medidas como a redução do diesel pela Petrobras, que aliviou custos de transporte e ajudou a conter reajustes.
Enquanto isso, o IGP-M, que baliza os contratos de aluguel, também desacelerou nos meses anteriores, indicando que a pressão sobre o setor imobiliário perdeu força. A combinação de fatores internos e externos tem dado fôlego ao consumidor, mas o cenário ainda exige cautela.
Para os próximos meses, analistas esperam que a inflação continue sob controle, mas alertam para possíveis impactos de safras e do câmbio. O governo federal aposta na manutenção da política de preços de combustíveis para segurar o avanço dos índices.
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