Em um movimento que sacode os bastidores do futebol mundial, as federações da Inglaterra e do País de Gales anunciaram que não apoiarão a reeleição de Gianni Infantino à presidência da Fifa. A decisão, revelada nesta semana, escancara o descontentamento com a liderança atual e acende o alerta para uma possível crise de governança na entidade.
As duas federações, historicamente influentes no cenário esportivo, justificaram a postura com duras críticas à administração de Infantino. Nos bastidores, a avaliação é de que falta transparência e sobram decisões centralizadas, o que tem gerado atritos crescentes com membros que pedem modernização e maior diálogo.
O movimento ganha contornos políticos relevantes, já que Inglaterra e País de Gales são vozes tradicionais em debates sobre reformas no futebol. A saída delas do bloco de apoio pode enfraquecer a base de Infantino, que até então parecia sólida, e abre espaço para articulações de candidaturas alternativas.
Nos próximos meses, a expectativa é que outras federações sigam o exemplo e intensifiquem a pressão por mudanças. A reeleição, que parecia certa, agora enfrenta um cenário de incertezas, e o tabuleiro político da Fifa promete movimentos intensos até a votação.
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