O prefeito de Branquinha e o senador Renan Filho assinaram, em cerimônia oficial, a Ordem de Serviço para a reconstrução da ponte sobre o Rio Mundaú, um investimento de R$ 10 milhões que promete transformar a logística regional. A obra, anunciada pela Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), visa substituir a estrutura danificada por enchentes e anos de desgaste, restabelecendo a ligação vital entre comunidades rurais e o centro urbano.
A ponte sobre o Rio Mundaú é um elo essencial para o escoamento da produção agrícola local, especialmente de cana-de-açúcar e mandioca, além de facilitar o acesso a serviços de saúde e educação para cerca de 12 mil moradores da zona rural. Com a reconstrução, espera-se reduzir em até 40% o tempo de deslocamento para a sede do município, alavancando o comércio e a geração de empregos.
Panorama político e impacto regional
A assinatura da Ordem de Serviço ocorre em um contexto de esforços coordenados entre as esferas municipal, estadual e federal para recuperar a infraestrutura crítica de Alagoas. O senador Renan Filho, que liderou a articulação para a liberação dos recursos, destacou a importância da parceria com a prefeitura de Branquinha para superar entraves burocráticos. A obra integra um pacote de investimentos do governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, que prioriza regiões afetadas por desastres naturais.
Além do benefício direto à população, a reconstrução da ponte fortalece a malha viária do estado, conectando Branquinha a municípios vizinhos como União dos Palmares e Santana do Mundaú. A expectativa é que a nova estrutura, com capacidade para suportar veículos pesados, impulsione o turismo ecológico na região, conhecida por suas cachoeiras e trilhas.
Para o prefeito de Branquinha, a obra representa um marco na gestão municipal, que enfrentou desafios orçamentários nos últimos anos. A ordem de serviço foi celebrada por lideranças comunitárias e sindicatos rurais, que veem na ponte um símbolo de esperança para o desenvolvimento sustentável da região. A conclusão está prevista para 12 meses, com fiscalização da AMA e do Tribunal de Contas do Estado.
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