Um idoso de 89 anos ingressou na Justiça contra a Hapvida após a operadora negar um procedimento vascular de urgência. A recusa, segundo a ação, agravou o quadro clínico do paciente e o colocou em risco iminente de morte.
A Justiça concedeu tutela de urgência, determinando que o plano de saúde realize o atendimento imediato. A decisão judicial reforça a obrigação das operadoras de cobrir procedimentos emergenciais previstos em contrato.
O caso expõe mais um episódio de negativa de cobertura por planos de saúde, prática recorrente que leva segurados ao Judiciário. A Hapvida ainda não se manifestou sobre a decisão.
A expectativa é que o idoso seja submetido ao procedimento nos próximos dias, enquanto o mérito da ação segue em tramitação. O caso acende alerta para a necessidade de fiscalização mais rigorosa sobre as operadoras.
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